Créditos: Reprodução/AMD

AMD CDNA2 tem seu diagrama revelado

Arquitetura para computação de alto desempenho estará presente em acelerador Instinct MI200

O diagrama da arquitetura CDNA 2 que a AMD está desenvolvendo para supercomputação (HPC) apareceu nas redes sociais. Essa arquitetura estará presente nos aceleradores Instinct MI200, o novo acelerador da linha Instinct. O MI200 usará a GPU Aldebaran.

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Essa GPU terá dois dies, um primário e outro secundário. O bloco do diagrama mostra oito shader engine, totalizando 16. Esses shaders servem para filtros e sombreamento de imagens 3D. Cada shader engine tem 16 computing units (CU). 


Fonte: Reprodução/Locuza

Cada die é composto por 128 CU ou 8.192 stream processors. Somando os dois, temos 256 CU e 16.384 stream processors no total. As DRAM tem uma interface de oito canais que suportam, cada canal, 2GB de High Bandwidth Memory de segunda geração (HBM2E), o que dá 16GB em cada interface. Multiplicando por 8, noves fora, 128GB de DRAM HBM2E. 48GB a mais que rival A100 da Nvidia.

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Esse die, baseado na arquitetura CDNA 2 estará presente no acelerador Instinct MI200 através da GPU Aldebaran, utilizado em data centers e outras aplicações de supercomputação. Uso doméstico (ou mineração) não será agraciado com essa super-máquina. Até porque o foco dela não é jogos. 

Aldebaran competirá contra a Ponte Vecchio da Intel e as atualizações da arquitetura Ampere da Nvidia no segmento de High Performance Computing. Para efeito de comparação, desktops domésticos com um Intel Core i5 de nona geração tem um poder computacional (sua velocidade de processamento), em média, de 37.7 Giga FLOPS. Já um supercomputador pode ter mais de 143,5 Peta FLOPS. E em breve a tecnologia chegará na medida Exa FLOPS, mil vezes mais rápido que a escala peta.

AMD escolheu o nome de uma das estrelas mais brilhantes do nosso céu para a sua GPU. Assim como fez na CDNA 1 com a GPU Arcturus. Apesar de Aldebarã ser a 13ª estrela mais brilhante, a GPU com seu nome aparenta se destacar mais do que as concorrentes.

Fonte: WCCF Tech
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  • Redator: Felipe Freitas

    Felipe Freitas

    Felipe Freitas é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mas, segundo quase todo mundo, tem cara de quem fez Sistemas. Começou nos jogos com o SNES do seu tio, nunca passou da parte da montanha em Legend of Legaia, adora jogos com histórias bem feitas e de esportes (já que é ruim praticando).

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