Créditos: Ben Gruver

O lalboard não parece, mas é um teclado ergonômico - e dá pra fazer um em casa!

Projeto foi inspirado no DataHand, dos anos 90, mas procura ser bem mais acessível

Ergonomia é um dos assuntos mais complicado no mundo dos periféricos para o computador. Pesquisar por teclados ergonômicos vai resultar em produtos com os designs mais variados, mas dificilmente algum deles vai ser mais estranho que o lalboard, que você pode conferir funcionando no vídeo abaixo.

O que chama a atenção no lalboard não é apenas seu design, mas também sua usabilidade. Como dá pra ver no vídeo, a mão do usuário fica sempre na mesma posição, com os dedos sobre os mesmos botões, mas realiza diferentes comandos dependendo do movimento que faz, empurrando a tecla pra cima, puxando pra baixo, ou apertando, por exemplo.

O conceito do lalboard, no entanto, não foi criado para ele. Na verdade, a ideia do projeto vem do DataHand, um teclado ergonômico com design semelhante lançado nos anos 90. A grande diferença do lalboard, na verdade, é que ele não custa cerca de US$ 2.000, como o DataHand.

Além do design não convencional, o teclado ergonômico dos anos 90 acabou ficando famoso pelo seu preço muitíssimo elevado, o que inspirou Ben Gruver a criar o lalboard, uma versão bem mais acessível da mesma solução.

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Mantendo o ideal de seu projeto, Gruver se certificou de que todas as peças e mecanismos possam ser feitos em impressoras 3D domésticas, em "nível de hobby". Claro que não dá pra fazer tudo e quem estiver interessado ainda vai ter que ir atrás de alguns componentes eletrônicos prontos para comprar, mas a ideia é facilitar o processo. O passo a passo para impressão, aquisição de partes extras e montagem do lalboard está disponível numa página do Github.

Um teclado tão diferente exige uma curva de aprendizado. A pessoa mostrada digitando no vídeo de exemplo neste post é o próprio Gruver, que tem anos de experiência com o DataHand. Segundo o que aparece aqui, ele consegue digitar até 120 palavras por minuto usando o lalboard, o que não é mau para uma usabilidade cotidiana de um computador. Mas o que todo leitor do Adrenaline deve estar se perguntando é: será que dá pra jogar nele?

Fonte: PC Gamer
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  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

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