ANÁLISE: Intel Core i9-11900K mais do mesmo, só que mais caro

Modelo não traz evoluções notáveis, perde para rivais Ryzen e não faz sentido frente ao Core i7 11700K
Por Fabio Feyh, Diego Kerber 30/03/2021 10:08 | atualizado 30/03/2021 13:56 comentários Reportar erro

O Intel Core i9-11900K é um processador de alta performance para usuários domésticos, voltado para quem necessita de desempenho em aplicações pesadas como games e softwares de trabalho. Ele é o topo da família Core na 11ª geração, codinome Rocket Lake-S.

Entre as novidades está a introdução de um novo núcleo, o Cypress Cove, combinado com os novos gráficos Intel Xe e uma atualização em tecnologias, como o suporte ao USB 3.2 Gen2x2, aumento de linhas PCIe para 20 com atualização na tecnologia para o PCIe 4.0, novo QuickSync e a introdução do Thunderbolt 4.0.

Site oficial do Intel Core i9-11900K

Mas em especiações temos um óbvio retrocesso: o Core i9 deixa de ser um deca-core, como era na 10ª geração Core, para voltar a ser um processador de 8 núcleos e 16 threads. Como contraponto a Intel tenta promover o uso da tecnologia Intel Adaptive Boost Technology (IABT), que aumenta o clock dos núcleos dependendo o nível de temperatura do processador, logo um cooler de alta eficiência, como um modelo líquido com radiador de 280 ou 360, é o indicado para melhores resultados dessa tecnologia.

O valor do Core i9 topo da 11ª geração subiu quando comparado com a geração anterior, agora ele custa US$ 539, 50 dólares mais caro que o antecessor Core i9-10900K, e na mesma balada que o Ryzen 9 5900X, um processador de 12 núcleos e 24 threads. No Brasil já há modelos da 11ª geração à venda, porém não encontramos o valor praticado nesse produto específico, até o lançamento da análise.


Especificações técnicas

Comparativo

Intel Core
i9-11900K
Intel Core
i9-10900K
Intel Core
i7-11700K
AMD Ryzen 9
5900X

Preços

Preço no lançamentoU$ 539,00 U$ 488,00 U$ 399,00 U$ 549,00
Preço atualizadoU$ 539,00 R$ 4.200,00 R$ 3.730,00 R$ 4.100,00

Especificações

CodinomeRocket Lake-S Comet Lake-S Rocket Lake-S (Cypress Cove) Zen3
SoqueteLGA1200 LGA1200 LGA1200 AM4
Fabricação em14nm 14nm 14nm 7nm
Instruções64-bit 64-bit 64-bit 64-bit
Núcleos8 10 8 12
Threads16 20 16 24
Clock3500 MHz3700 MHz3600 MHz3700 MHz
Clock (Turbo)5300 MHz5300 MHz5000 MHz4800 MHz
DesbloqueadoSIM SIM SIM Sim
Canais de memóriadual-channel dual-channel dual-channel dual-channel
MemóriasDDR4-3200 DDR4-2933 DDR4-3200 DDR4 @ 3200MHz
Cache16 20 16 64+6
PCI Express4.0 3.0 4.0 4.0
Canais PCI Express20+24 (CPU+chipset) 16+24 (CPU+chipset) 20+24 (CPU+chipset) 40
TDP125 125 125 105

Vídeo Integrado

GPUIntel UHD Graphics 750 Intel UHD Graphics 630 Intel UHD Graphics 750 SEM VÍDEO INTEGRADO
Clock1300 1200 1300
Nº de Cores32 32
DirectX12.1 12 12.1
Monitores suportados3 3 3

Características Gerais

Acompanha cooler?NÃO Não NÃO NÃO

Processador Intel Core i9-10900K, Cache 20MB, 3.7GHz (5.3GHz Max Turbo), LGA 1200 - BX8070110900K

Processador Intel Core i9-10900K, Cache 20MB, 3.7GHz (5.3GHz Max Turbo), LGA 1200 - BX8070110900K

Processador Intel Core i7-11700K 11ª Geração, Cache 16MB, 3.6 GHz (4.9GHz Turbo), LGA1200 - BX8070811700K

Processador Intel Core i7-11700K 11ª Geração, Cache 16MB, 3.6 GHz (4.9GHz Turbo), LGA1200 - BX8070811700K

Processador AMD Ryzen 9 5900X, Cache 70MB, 3.7GHz (4.8GHz Max Turbo), AM4 - 100-100000061WOF

Processador AMD Ryzen 9 5900X, Cache 70MB, 3.7GHz (4.8GHz Max Turbo), AM4 - 100-100000061WOF


O Rocket Lake-S

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Mais uma vez na litografia de 14 nanômetros, a Intel buscou melhorar seus produtos na 11ª geração Core com a atualização de uma série de tecnologias, melhora em algumas especificações, evoluções nos núcleos de processamento e a introdução dos novos gráficos Intel Xe em um processador de desktop.

Na conectividade temos mudanças em várias frentes. Agora temos suporte a tecnologias como o WiFi 6, o USB 3.2 Gen2x2, o Thuderbolt 4 e o PCI Express 4.04 nativamente na plataforma, com incremento nas linhas PCIe do CPU de 16 para 20. O Intel QuickSync também foi aprimorado para acelerar via hardware codecs como VP9 12-bit e 12-bit 4:4:4; e HEVC 12-bit 4:2:0, 4:2:2 e 4:4:4, além de também usar os gráficos para dar suporte nativo à decodificação AV1.

Os processadores de 11ª geração Core para desktops em geral mantém a configuração de núcleos da geração anterior, com exceção da linha Core i9 que foi reduzida de 10 para 8 cores. Apesar da manter a litografia nos 14nm mais uma vez, a tecnologia dos núcleos foi atualizada para a Cypress Cove, e a empresa busca atingir ganhos de até dois dígitos percentuais em IPC, as instruções por clock, com diversas melhorias da arquitetura, além de ganhos de performance com ajustes mais avançados no boost nas frequências.

A grande evolução aconteceu nos gráficos. Os Intel Xe prometem saltos de 50% em desempenho, entregando um chip gráfico integrado muito mais capaz de realizar funções como rodar games ou acelerar Deep Learning e inteligência artificial. Enquanto seu grande destaque é mesmo nos dispositivos móveis, como notebooks, onde dispensar um chip gráfico dedicado é importante para tornar o computador mais fino e leve, nos desktops um bom gráfico integrado é bastante relevante pra galera que não vai investir e uma placa dedicada (com guerreiros como o PC da Crise) ou tornar o computador usável até uma GPU ser adquirida.

Os modelos Core i9 também introduzem uma novidade, o Adaptive Boost Technology, recurso que busca manter as frequências em patamares mais altos se determinados parâmetros de temperatura forem mantidos. Donos de computadores com um sistema de resfriamento mais robusto podem alcançar 5.1GHz em todos os núcleos de forma consistente, um patamar de performance só alcançado via overclock em gerações anteriores.


Fotos

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Os processadores Core de 11ª geração seguem o formato dos modelos Core de 10ª geração, ou seja, soquete LGA1200. Através de uma atualização de BIOS as placas-mãe com chipset Intel Z490 suportam todos os modelos de 11ª geração. Já os demais chipsets, depende da placa-mãe, alguns projetos podem não receber o suporte.

Abaixo algumas fotos do Core i9-11900K, que veio em um kit junto com o Core i5-10600K, que também terá review por aqui.

Processadores Core de 11ª geração podem funcionar em placas-mãe Intel Serie 400 com update de bios - confira o site do fabricante da placa


Sistema utilizado
Abaixo, detalhes sobre o sistema utilizado para os testes:

Máquinas utilizadas nos testes:
Todas os sistemas utilizaram componentes com mesmas características técnicas para os testes, com exceção da placa-mãe, que varia de acordo com a plataforma. Veja a configuração utilizada:

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- Placa de vídeo: GeForce RTX 3080 [análise]
- Placa-mãe: Gigabyte Z590 AORUS Master
- Memórias: 16GB G.Skill TridentZ @ 3200MHz (2x8GB) CL14
- SSD: Sata para sistema, NVMe para aplicativos e jogos
- Cooler: Noctua NH-U12S [site oficial]
- Fonte de energia (PSU): Cooler Master V850 [site oficial]

A frequência das memórias é a máxima suportada pelo processador

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 10 64 Bits 20H2 com Updates
- GeForce 461.xx

Aplicativos/Games:
- 7-Zip [site oficial]
- Adobe Premiere [site oficial]
- Blender [site oficial]
- CineBench R20 [site oficial]
- x264 Full HD Benchmark [download]
- V-Ray [site oficial]
- wPrime 1.55 [site oficial]
- WinRAR 6.x [site oficial]

- 3DMark (DX11)
- Assassin´s Creed Odyssey (DX11)
- CyberPunk 2077 (DX12)
- Battlefield V (DX12)
- Counter-Strike Global Offense (DX11)
- Grand Theft Auto V (DX11)
- Red Dead Redemption (Vulkan)

CPU-Z/AIDA64
Através do CPU-Z e AIDA64, vemos algumas informações técnicas do processador, como modelo, clocks, número de núcleos e threads, etc. Como os modelos Core 11ª gen da linha K  tem suporte a memórias até 3200MHz, essa será a frequência utilizada em nossos testes.

Finalmente processadores da Intel trazem suporte oficial para frequência de 3200MHz em memórias


Overclock

Quem tem um modelo Core i9 de 10ª geração sabe que se trata de um modelo que pode esquentar bastante, sendo indicado o uso de um bom cooler, liquid cooler de preferência. E no caso do Core i9-11900K não é diferente, quando se trata de overclockar o CPU, é ainda mais importante o uso de um cooler eficiente.

Para o overclock do Core i9-11900K, colocamos todos os núcleos em 5.1GHz, com tensão em 1.39. É um clock abaixo do que ele alcança em turbo, mas não foi possível colocar todos os núcleos no mesmo nível do TurboBoost se não aumentar a tensão para cima de 1.4v, indicando que ele está no limite, e não costumamos fazer overclocks que o usuário possa se incomodar com em não manter a máquina estável em todos os cenários.

Nossos overclocks só são considerados se o sistema passa em TODOS os testes da bateria, se em apenas um ele trava, mudamos até achar algum cenário estável.

OBS.: Faça overclock por sua conta e risco, e evite deixar o CPU com tensões altas por muito tempo.


Consumo de energia

Fizemos os testes de consumo de energia do sistema em modo ocioso e rodando o 3DMark, aplicativo que exige bastante do sistema.

É importante destacar que o consumo de energia depende bastante da placa-mãe e placa de vídeo, podendo variar consideravelmente de um sistema para outro com configurações semelhantes.

IDLE (Sistema ocioso)
Começamos pelo teste com o sistema em modo ocioso.

Rodando o 3DMark
Quando colocamos os sistemas rodando o 3DMark, temos os consumos abaixo:


Temperatura

Começamos pelos testes de temperatura, com o sistema em modo ocioso e rodando o wPrime, aplicativo que "estressa" todos os núcleos dos processadores.

IDLE (Sistema ocioso)
Iniciamos com o sistema em modo ocioso, com o Windows em espera sem estar executando tarefas, além das tradicionais do sistema.

Rodando o wPrime
Quando colocamos o sistema rodando o aplicativo wPrime, que faz todos os núcleos trabalhem em modo full, temos os consumos abaixo:

"A temperatura varia de acordo com o programa utilizado. Mesmo o wPrime estressando todos os núcleos sendo uma boa opção para ver o comportamento desse cenário, alguns programas podem exigir ainda mais do processador e, consequentemente, esquentar mais o mesmo. Como exemplo, citamos o Blender."


Testes sintéticos e reais

Abaixo, temos uma série de testes de desempenho com o sistema, comparando o processador analisado com outros modelos do mercado e fazendo exatamente os mesmos testes. Os testes consideram diferentes cenários de uso do processador e de outros componentes associados a dar mais desempenho ao sistema.

Procuramos testes de benchmarks para mostrar vários cenários bem distintos, desde uso profissional como o editor de vídeo Adobe Premiere até testes em jogos.

Alguns testes podem tirar maior proveito de CPUs com clocks mais altos, independente da arquitetura e do número de núcleos/threads. Já outros podem tirar mais proveito de mais núcleos/threads

Adobe Premiere CC
Mais um teste de renderização de vídeo, em um cenário real renderizando com o Adobe Premiere CC 2020 sem uso de GPU:

AIDA64 Latency
O software AIDA64 tem vários testes de performance. Separamos um que mostra um cenário diferente dos demais: a velocidade de latência das memórias, que quanto menor o resultado, melhor.

Blender
O aplicativo Blender é voltado a profissionais de edição de filmes e para manipulação de objetos 3D, sendo um bom teste real de como o sistema se comporta nesse tipo de cenário.

CineBENCH R20
O CineBench está entre os mais famosos testes de benchmarks para processadores, baseado em um teste convertendo uma imagem. Fizemos teste em Single e Multi Core, já na versão R20 lançada em março de 2019:

V-Ray
O teste V-Ray Benchmark utilizado consiste no resultado de renderização do CPU. Quanto menor for, melhor é o desempenho.

x264 Full HD Benchmark
Em um teste de conversão de vídeo Full HD, temos os seguintes resultados:

7-Zip
O software de compactação 7-Zip se tornou um dos mais populares do mundo por se tratar de um aplicativo de código aberto, possuindo também um benchmark interno que vem sendo muito utilizado para métrica de performance. Abaixo, o desempenho dos sistemas com ele:

WinRAR
Outro bom teste para medir o comportamento do processador é o WinRAR, que consegue fazer bom uso de todos os cores.

wPrime
Rodando o wPrime, teste que estressa todos os cores do processador, temos os resultados abaixo:

3DMark
Começamos nossos testes com foco em vídeo com o 3DMark, na versão Fire Strike default e Ultra (4K).


Teste em games


Agora, vamos para os games. Selecionamos alguns dos principais títulos do mercado para mostrar como os processadores se comportam utilizando configurações semelhantes, sendo sempre a mesma config dos componentes utilizados.

Assassin´s Creed Odyssey
O game da Ubisoft baseado na tecnologia DirectX 11 é uma referência de software que demanda alto desempenho tanto do chip gráfico quanto do processador - resultado do mapa amplo e complexo recriando a região da Grécia Antiga.


Battlefield V
Como um dos games com a melhor qualidade gráfica já lançados, o Battlefield V faz parte de nossa bateria de testes. Abaixo o comportamento dos sistemas rodando o game da DICE.


Counter Strike: Global Ofensive
O game competitivo é baseado em DirectX 9 e apesar das baixas exigências de performance na parte da placa de vídeo, por se tratar de um eSport, o ideal é alcançar altíssimas taxas de quadros, algo que traz alta carga tanto a CPU quanto GPU.


CyberPunk 2077
...


GTA V
Grand Theft Auto V está entre os maiores sucessos dos últimos anos, trazendo entre seus destaques boa qualidade gráfica. Ele é um dos games que mais faz uso do CPU, sendo um ótimo teste para ver o comportamento e diferença entre esse componente. Confiram abaixo os resultados nesse game:


Red Dead Redemption 2
Novo game da RockStar, com belíssimos gráficos e uma boa referência para medir o comportamento de sistemas. Nosso teste considera o game rodando sobre a API Vulkam, que se comportou melhor tanto em placas AMD como Nvidia.


Rainbow Six Siege
O game de tiro tático da Ubisoft usa o motor AnvilNext e tem ótimo port para a API de baixo nível Vulkan. É um game bem otimizado para hardwares de entrada, mas que demanda muito poder computacional do processador e baixíssimas latências para atingir taxas de quadros elevadas.


Gameplay em Vídeo


Conclusão

O Intel Core i9-11900K chega com uma surpresa. Ele não "fez feio" comparado ao seu antecessor mesmo tendo dois núcleos e quatro threads a menos, e manteve uma performance similar em aplicações profissionais. Ele foi 5% pior na renderização do Adobe Premiere, mas também se saiu 5% melhor em Blender e 6% melhor em CineBench (no multi-core!). Em single-core, inclusive, vemos o número mágico dos dois dígitos de IPC acontecendo, com impressionantes 23% mais desempenho em um único thread, usando a aplicação que usa o motor do Cinema4D.

Apesar da redução em número de núcleos, o 11900K manteve um nível de performance próximo ou até melhor que o 10900K, mas por uma pequena margem

Mas, na prática, a maioria dos testes nos entregam uma variação de 5% comparado ao seu antecessor, o que quer dizer que temos basicamente algo que quase é margem de erro e, pior, as vezes não é ele quem está na frente. Esse ganho em desempenho em single-thread praticamente não impactou na performance em jogos, com a maioria entregando o mesmo desempenho, sendo que a exceção foi Red Dead Redemption 2, com um salto de 15%.

O Adaptive Boost Tecnology impactou os resultados, com ganhos que variam de 5 a até quase 10%. É um ganho perceptível ao longo dos testes, mas parece mais uma forma de artificialmente criar uma diferenciação dele e de modelos como o Core i7-11700K. Falando nesse Core i7, que também terá uma análise dedicada a ele aqui no Adrenaline, esse processador ficou menos de 10% atrás do 11900K, sendo que custa 140 dólares a menos. Agora que ambos tem a mesma contagem de núcleos, mas o Core i7 custa 35% a menos, fica bastante claro qual dos dois é uma opção mais atraente.

Há poucas evoluções em performance, e são insuficientes para virar o jogo contra a AMD no mesmo segmento de preço

O front onde a Intel realmente avançou foi nos gráficos. Em breve publicaremos um artigo mostrando o salto de performance dos Intel Xe, porém essa evolução tem efeitos bastante limitados em um produto como o Core i9-11900K, um CPU entusiasta que com certeza será pareado com uma placa de vídeo dedicada de alto desempenho.

No fim do dia, a única coisa que parece segurar minimamente algum motivo para esse produto existir é a atualização das tecnologias, como o PCI Express 4.0, USB 3.2 Gen2x2 e Thuderbolt 4. E a lista acaba aí. Se custasse a mesma coisa que o antecessor, poderia se segurar no argumento de que o usuário contaria com uma plataforma mais atualizada, mas nem isso acontece. O incremento de preço comparado ao modelo anterior, a desvantagem versus modelos de rivais que entregam mais desempenho, como o Ryzen 9 5900X, e o preço consideravelmente maior que o Core i7-11700K, oferecendo pouco ganho em desempenho, fazem esse produto ser praticamente sem sentido.

O Intel Core i9-11900K tem alta performance em games e aplicações profissionais, mas tem um custo que o torna pouco interessante contra os rivais AMD e mesmo modelos Core i7 da 11ª geração

Ele é um ótimo processador, e com certeza vai entregar algo desempenho em um sistema para jogar ou trabalhar. Ele só não tem algo que o justifique frente a várias opções melhores, tanto da própria Intel quanto da rival AMD.

PRÓS
Alto desempenho em games e aplicações profissionais
Suporte a novas tecnologias PCIe 4.0, Wi-Fi 6E, Thuderbolt 4, novo QuickSync
Adaptive Boost Technology aumenta bastante as frequências...
CONTRAS
... mas depende de um cooler potente
Praticamente o mesmo desempenho do 10900K
Menos núcleos que o 10900K
Perde em aplicações profissionais para o Ryzen 9 5900X
Vantagem irrelevante sobre o 11700K, mas bem mais caro
Os dois dígitos percentuais de aumento realmente estão no preço
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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