Rodamos Far Cry 5 nos PCs Baratinho, da Crise e o Ideal e mostramos que tá moleza!

Por Diego Kerber 30/03/2018 16:10 | atualizado 20/10/2020 09:52 Comentários Reportar erro

Mais um lançamento, mais uma batalha para o nosso intrépido PC Baratinho e da Crise superar! Testamos o game Far Cry 5 em nossas múltiplas plataformas para ver como diversos perfis de hardware lidam com o jogo, e temos uma boa notícia: apesar do mapa amplo, tá "paçoquinha" encarar esse game!

Veja outros episódios da série do PC Baratinho!

Foram usadas as seguintes configurações:

PC Baratinho

- CPU Intel Pentium G4560 - R$ 240
- 8GB (2x4GB) de RAM - 2x R$ 250
- Placa-mãe LGA 1151 - R$ 300
- Nvidia GeForce GTX 1050 2GB - R$ 599
- HD Seagate Barracuda 1TB - R$ 220
- Fonte de 400W - R$ 185
- Gabinete, monitor, teclado, mouse e licença do Windows reaproveitados de um PC velho - R$ 0

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Preço total R$ 2.035

 

PC da Crise

- AMD Ryzen 3 2200G - R$ 480
- Placa-mãe AM4 A320 -  R$ 240
- 8GB de RAM em 2666MHz - R$ 450
- HD de notebook de 2.5" 5400RPM - 200 reais
- Fonte de 300W SFX - entre R$ 50 e 100

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Preço total estimado: R$ 1.445

Nesse jogo tivemos um equilíbrio entre a Radeon RX 560 e GTX 1050, mostrando que as placas de AMD e Nvidia estão em pé de igualdade e que a escolha fica por conta dos gostos do consumidor por uma das marcas ou os preços que encontrar no mercado. Na nossa pesquisa a GTX 1050 estava na vantagem, com preços mais convidativos, então optamos por ela!

Um cuidado importante quando estiver usando essas placas de 2GB: Far Cry 5 é pesado demais na qualidade média para essa configuração de VRAM. É preciso usar os filtros de textura no mínimo para não "estourar" a memória da placa de vídeo, o que causa sérios problemas de desempenho. As placas RX 560 e GTX 1050 rodam o game entre 35 e 45FPS em FullHD/Médio, então o ideal é usar escala de resolução para 70%, aí alcançando taxas próximas aos 60FPS.

O processador é sempre uma preocupação em jogos com mapas abertos e amplos, cheios de NPCs. Depois dos sustos com Final Fantasy XV, felizmente o Pentium G4560 conseguiu dar conta do jogo, muito do tempo acima dos 60FPS e mesmo quando não deu conta, não aconteceram problemas mais graves como objetos não carregando ou eventuais stutterings (travadas bruscas) no gameplay. Apesar de bater quase 100% de uso boa parte do tempo, ele conseguiu!

Na disputa dos hardwares de entrada, segue a vantagem da RX 550. Com um preço dentre 50 e 100 reais mais caro, ela "se pagou" entregando mais desempenho que a GT 1030 e valendo o investimento adicional, para quem optar por ela.

O PC da Crise foi bem, rodando o jogo na casa dos 50FPS em qualidade mínima e escala de resolução para 50% do FullHD. As frequências ainda oscilam, e seguimos aguardando por novas versões de BIOS para a mainboard, para conseguir uma maior estabilidade nas frequências dos gráficos integrados Vega.

Colocamos em ação o PC Ideal, também, para ver o game rodando em qualidade mais alta e como fica o uso do hardware. O computador continua entregando sua proposta: games em qualidade alta em resolução FullHD e taxa de quadros na casa dos 60FPS.

PC Ideal

- Processador AMD Ryzen 5 1600
- Placa-mãe B350
- Placa de vídeo Nvidia GeForce GTX 1060 6GB
- Memória RAM: 2x 4GB DDR4 2400MHz
- HD 1TB Seagate
- Fonte ThermalTake Smart ATX 80Plus 500W

Quem mais mostrou problemas foi o Ryzen 5 1600, e em alguns trechos ele chegou a cair abaixo dos 60 quadros por segundo. Analisando mais a fundo o uso de threads, vemos que Far Cry 5 fica longe de fazer uso dos 12 threads da CPU, mostrando que em geral o game fará um consumo mais alto de apenas alguns poucos núcleos (um dos motivos pelo qual o Pentium conseguiu sobreviver a esse game). Não vejo isso como um grande problema já que mesmo nos momentos em que o jogo roda abaixo dos 60FPS no Ryzen 5, raramente ele desce mais que 55FPS, e stutterings não aconteceram. A performance que faltou é mínima, então basta um pequeno overclock na CPU para contornar esses momentos. E quem investiu em memórias mais rápidas (usamos 2400MHz) talvez nem disso precise.

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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