PC Baratinho e da Crise encaram Final Fantasy XV!

Chegou a hora de encarar mais um game no PC Baratinho, e a parada não vai ser fácil: Final Fantasy XV é um daqueles games com amplos cenários, prontos pra por o terror nos processadores de entrada, e muitos filtros e melhorias gráficas também não vão facilitar a vida dos chips gráficos! Como é um game com muita cooperação com a Nvidia e também muitos recursos Gameworks implementados, sempre fica aquela preocupação pro lado vermelho da força sobre como será a performance das placas Radeon com o jogo.

Foram usadas as seguintes configurações:

PC Baratinho

- CPU Intel Pentium G4560 - R$ 240
- 8GB (2x4GB) de RAM - 2x R$ 250
- Placa-mãe LGA 1151 - R$ 300
- Nvidia GeForce GTX 1050 2GB - R$ 599
- HD Seagate Barracuda 1TB - R$ 220
- Fonte de 400W - R$ 185
- Gabinete, monitor, teclado, mouse e licença do Windows reaproveitados de um PC velho - R$ 0

Preço total R$ 2.035

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Diferente do que aconteceu em Kingdom Come Deliverance, novamente temos um melhor equilíbrio entre as linhas Radeon e GeForce nos comparativos, sem problemas de tempos de quadros nas placas AMD, nesse título. Enquanto a RX 550 conseguiu uma margem de performance sobre a GT 1030, a GTX 1050 levou a melhor no comparativo com a RX 560. 

Dá pra jogar com as placas de entrada, mas é preciso deixar a qualidade no médio e aproveitar a escala de resolução para reduzir em 50% a definição da imagem. O resultado é meio feioso, mas uma taxa de quadros com folga para travar o gameplay a 30 FPS na GT 1030 ou arriscar jogar entre 45 e 55 FPS na RX 550.

Na RX 560 e GTX 1050 é preciso baixar para 75% a escala de resolução, algo que aproxima mais a taxa de quadros para uma média de 50 FPS. Porém não vale a pena, já que tem outra parte do hardware que estoura: CPU. O Pentium não tem fôlego para manter batalhas com vários personagens ao mesmo tempo em uma taxa de 60 quadros por segundo.

Como não se trata de um jogo competitivo, decidimos travar o jogo a 30 FPS, algo que permite jogar na qualidade Média e em FullHD sem depender de escalas de resolução. Esse respiro por travar a produção de quadros dá a margem que faltava tanto para o Pentium quanto para a GTX 1050 de segurar o jogo em tempos de quadros constantes. Se quiser 60 FPS, precisa estar pronto para investir mais em processador e em placa de vídeo, algo que para um episódio do PC Baratinho seria demais.

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E o da Crise? Tentamos nele também!

PC da Crise

- AMD Ryzen 3 2200G - R$ 480
- Placa-mãe AM4 A320 -  R$ 240
- 8GB de RAM em 2666MHz - R$ 450
- HD de notebook de 2.5" 5400RPM - 200 reais
- Fonte de 300W SFX - entre R$ 50 e 100

Preço total estimado: R$ 1.445

O PC da Crise consegue rodar o jogo beirando os limites do aceitável. Travando o jogo em 30FPS e com a qualidade no mínimo e escala de resolução em 50% (sim, fica bem feio) dá para jogar com taxas que giram entre 24 e 30 quadros por segundo. Eventuais stutterings surgem quando o chip gráfico Vega não dá conta temporariamente, quando as frequências dão as suas osciladas (ainda) e principalmente quando as memórias lotam. Temos apenas 8GB de RAM nesse sistema, e tivemos melhores resultados jogando com 2GB dedicados a iGPU. O resultado são apenas 6GB de RAM para a CPU, algo bastante "apertado", já que no PC Baratinho vimos o jogo usar consistentemente 6GB ou mais.

O resultado foi um gameplay que é possível, mas segurando "na ponta dos dedos" a taxa de quadros, e desafiando o grau de permissividade do gamer com problemas de desempenho enquanto joga. 

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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