Comparativo dos chipsets X58 e Z68

Apesar das inovações da segunda geração de processadores Core, codinome Sandy Bridge, os processadores de mais alta performance disponíveis hoje, os da linha Extreme Edition, fazem parte da geração passada de chipsets para placas-mãe, a X58. Por esta razão, algumas das principais placas voltadas ao publico entusiasta são baseadas neste padrão, caso da Asus Rampage III Black Edition e Gigabyte G1.Assassin, por exemplo.

 

Os novos processadores da família Sandy Bridge podem utilizar os chipsets H67, compatível com o uso da GPU integrada ao processador, o chipset P67, com capacidades de overclock, e o Z68, que agrega estas duas características dos chipsets H67 e P67.

Na hora de montar um sistema de alto desempenho, é importante saber que diferença do chipset da mainboard influencia em algumas características do sistema. As principais vantagens do X58 é o suporte a memórias em triple channel e aos processadores mais pontentes da Intel atualmente, os Core i7 Extreme Edition.

Para os processadores série 6, a principal vantagem é o fato de alcançarem clocks mais elevados quando overclockados, e por possuírem vídeo integrado, característica que não chama a atenção do público entusiasta. Um novo recursos, implementado neste chipset, é o Smart Response. Com ele, é possível transformar um SSD com pouca capacidade de memória, como 20 GB, em um cache, sendo que o sistema passa a utilizar este espaço para armazenar os arquivos mais acessados, agilizando as operações mais comuns como o boot do sistema ou programas mais usados.

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Abaixo temos uma tabela comparando os chipsets Z68 e P67, ambos com capacidade de overclock, logo, mais interessantes para o público entusiasta, com o X58.


É importante destacar que estas especificações podem variar de acordo com o fabricante, havendo modelos em que a empresa adiciona novas funcionalidades à mainboard, colocando novos recursos (ex.: mais portas PCI Express, suporte ao USB 3.0, etc)

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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