Corte dos EUA derruba lei que proíbe venda de jogos violentos a menores

De acordo com o site VG247, a Corte Suprema dos Estados Unidos acaba de vetar uma lei da Califórnia que queria proibir a venda de jogos violentos a menores de idade (jogadores abaixo dos 17 anos) do país. A decisão da comissão julgadora pôs fim à tentativa do governo do estado em promulgar uma nova legislação, assegurando os direitos constitucionais da produtoras de games.  


Segundo a nota oficial liberada pela Corte, os jogos eletrônicos foram classificados como meios de propagação de ideias e mensagens sociais, e somente os usuÁrios é que devem julgar o que é potencialmente maléfico ou perigoso para eles.

"Assim como os livros, os filmes e os brinquedos, os videogames comunicam ideais e mensagens sociais através de muitos ramos literÁrios familiares (personagens, diÁlogos, enredo e música) e através de características diversas das mídias (como a interação com o mundo virtual). Sob nossa Constituição, julgamentos sobre a moral e a estética  na arte e na literatura podem ser feitos apenas para os indivíduos que as utilizam e não por decreto obrigatório de um Governo e sua cúpula julgadora", informou a nota.

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Esta é, sem dúvida, uma ocasião bastante positiva para a indústria dos jogos eletrônicos. Ainda mais quando decisões como estas vêm de um país cujo mercado do nicho é considerado o maior do planeta.

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  • Redator: Andrei Longen

    Andrei Longen

    Jornalista pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Andrei Longen é entusiasta por videogames desde os 7 anos, quando ganhou um Odyssey 2, seu primeiro console. Hoje tem PS4, PS3 e PS Vita e adora caçar troféus em todos os jogos. Colabora no Adrenaline com notícias, análises, artigos, colunas e vídeos.

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