Sites de vídeos e de atualizações são os mais infectados

Conteúdo multimídia é a isca mais utilizada para infectar usuÁrios com malwares, de acordo com um estudo realizado pela Panda Security. PÁginas que oferecem instaladores e atualizações também aparecem entre os mais perigosos. Juntos, ambos os métodos acumulam quase metade das infecções por URLs contaminadas, com 46% das ocorrências.

As três pÁginas mais bloqueadas pela solução antivírus da Panda no primeiro trimestre deste ano são brasileiras. A primeira colocada no ranking oferece justamente um suposto vídeo liberado pelo consulado japonês mostrando o resgate de um grupo de sobreviventes do tsunami.



"Hackers exploram temas polêmicos e que despertam a curiosidade mórbida dos usuÁrios. – afirma Ricardo Bachert, Diretor de Consumo da Panda Security Brasil. "Quem não estÁ interessado em assistir cenas do devastador desastre que ocorreu no Japão, no último terremoto?" Eduardo D'Antona, diretor corporativo e de TI da PandaLabs, ainda atenta para a praticidade desse tipo de golpe. "A técnica vem se tornando uma arma escolhida pelos Hackers, pois requer um investimento mínimo e atrai um grande número de vítimas", explica.

A maioria desses sites instala cavalos-de-troia no computador do usuÁrio sem seu consentimento. Para D'Antona, manter um software de segurança instalado é fundamental, uma vez que "não hÁ nenhum segredo escondido para descobrir se um site é legítimo ou não, e é cada vez mais complicado para os usuÁrios, diferenciÁ-los."

De acordo com a pesquisa, 25% dos sites que usam vídeos e multimídia são usados como isca; 21,63% referem-se a instaladores ou programas de atualizações; 16,53% são arquivos contendo cracks e keygens; enquanto 16% dos ataques estavam em URLs de mídias sociais. Os eBooks estão no quinto lugar da lista com 5,25% das ocorrências, seguidos por downloads de P2P e conteúdo adulto.

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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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