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Final Fantasy XVI não terá um mundo aberto, mas promete inspirações em RPG com cenários vastos

A Square Enix quer que o jogo agrade tanto fãs antigos quanto uma nova geração de jogadores
Créditos: Divulgação/Square Enix

Próximo capítulo de uma das séries de RPG mais conceituadas da história, Final Fantasy XVI não vai seguir diretamente os passos do capítulo anterior. Em uma entrevista à IGN, o produtor Naoki Yoshida confirmou que o game não terá um mundo aberto explorável, embora vá se inspirar em experiências do gênero que seguiram esse caminho.

Segundo ele, a equipe de desenvolvimento sentiu que apostar em um cenário único restringia as ideias que ela queria trazer para o game. Diante disso, ela decidiu que o melhor caminho a seguir envolvia a criação de áreas únicas que, embora sejam interconectadas, trabalham de forma individual.

Descobrirmos através de nossas pesquisas extensivas com usuários que muitos da geração mais nova de jogadores nunca jogaram um Final Fantasy ou tem interesse na série”, explicou Yoshida. “Para criar um jogo que possa animar e ressoar não somente como nossos fãs dedicados, mas também com uma nova geração, jogamos muitos jogos, então sim, em Final Fantasy XVI você vai encontrar inspirações de RPGs triplo-A de mundo aberto recentes”.

Final Fantasy XVI promete uma história “global”

Segundo Yoshida, a maneira como o game foi construído permite que os jogadores sintam que ele realmente tem uma “escala global”, que se beneficia da decisão por trabalhar com áreas independentes. Algumas delas devem ser cenários para batalhas grandiosas entre Eikons, grandes invocações que se mostram essenciais para a construção do mundo de Final Fantasy XVI.

O produtor promete que nenhum conflito será igual ao outro, explicando em uma entrevista à Game Informer que diferentes gêneros de jogo vão ser explorados a cada conflito. Segundo ele, todas as batalhas vão passar por diferentes fases recheadas de ação, que poderão ser acompanhadas em tempo real pelo jogador.

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Com lançamento programado para o verão de 2023 nos Estados Unidos (entre o fim de junho e setembro) exclusivamente para o PlayStation 5, Final Fantasy XVI tem a ambiciosa missão de recuperar o status de referência que a série teve no passado. Para Yoshida, jogos como Final Fantasy XIV e Final Fantasy XV acabaram manchando a reputação da franquia por trazerem uma combinação entre longos tempos de desenvolvimento e lançamentos considerados problemáticos.

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Segundo Naoki Yoshida, um ano é um tempo bastante curto para o desenvolvimento de um game

A Square Enix afirma que o novo RPG já pode ser jogado do começo ao fim, mas que ainda precisa passar por um processo de polimento em seus sistemas antes de estar pronto para o público. O ano adicional de desenvolvimento também vai ser usado para a implementação do trabalho de voz, que ainda está passando pelo processo de gravação em diversos idiomas.
 

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Fonte: IGN
  • Redator: Felipe Gugelmin

    Felipe Gugelmin

    Jornalista com 10 anos de experiência nas áreas de tecnologia e games, gosta de estar por dentro das últimas tendências e novidades. Dedica boa parte do tempo livre a jogar (representante da PC Master Race), mas também arranja um tempo para a vida social, leituras e dar passeiros com seu cachorro.

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