Créditos: PlayStation

Guerrilla fala sobre a criação do mundo de Horizon Forbidden West

O jogo irá oferecer NPCs autênticos através de seus comportamentos

A Guerrilla Games quer elevar o nível do design de mundo de Horizon Forbidden West para um outro nível se comparado com o primeiro título. No blog oficial do PlayStation, o chefe de designer de mundos da desenvolvedora, Espen Sogn, traz mais informações sobre o novo mundo que estará disponível para Aloy explorar no novo jogo.

O principal objetivo da desenvolvedora é trazer um jogo que tenha um mundo vivo, que mostre que cada NPC pertence àquele lugar. Seu comportamento, a aparência, as atividades que realizam no local sejam condizentes com a tribo que pertencem, por exemplo. A Guerrilla diz que a "autenticidade através do comportamento" irá garantir essa dinâmica.

O designer conta que todos os ambientes do mundo e tudo o que acontece neles foram intencionalmente colocados ali para acontecer. "Nosso principal desafio é traduzir a narrativa em visuais que são integrais ao mundo em si, diz Espen. "Tudo se resume em detalhes, as animações e os comportamentos". 

"Sem dúvida, o objetivo principal é garantir que exista a sensação de conexão entre os NPCs e o local onde vivem. Trabalhamos em conjunto com outras equipes internas, como narrativa, missões e ambientes, para garantir que todas as localidades pareçam autênticas", conta o chefe de designer de mundo. 

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"Todos os NPCs que não lutam em Horizon Forbidden West fazem parte de um sistema de multidão. Com esse sistema, é possível criar regras como reações, rotas de deslocamento e outras animações. Nós temos também o sistema de atitude, que determina uma personalidade. Com isso, podemos criar indivíduos distintos com comportamentos próprios dentro do mundo", descreve Sogn.

O chefe de designer de mundo conta que cada NPC, quando dentro de seu ambiente natural, terá ações de acordo com seu lugar. A tribo Oseram, que são mais sociáveis, irão se cumprimentar com "high fives" e são mais brutos, por exemplo. Já os Utaru, que são mais retraídos, gostam de sentar juntos e são mais do tipo afetivo. Tudo isso irá mostrar ao jogador que ele realmente está naquele lugar único.

Horizon Forbidden West irá trazer uma nova região única mais viva e agitada com muitas pessoas transitando e fazendo coisas diferentes. Chamada de Minéria, Aloy irá conhecer NPCs diferente e únicos da região. Esse lugar irá oferecer bares, restaurantes, lojas e espaços abertos cheios de pessoas.

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“Antes você via uma pessoa em pé em frente a uma forja. Agora iremos vê-la interagindo com o que está ao redor, ela vai mover materiais, se apoiar nas paredes, beber de recipientes, falar com amigos e praticar ações do dia a dia. Os personagens se movem e existem com propósito", conta Espen.

Todo o trabalho na criação de um mundo dinâmico é uma parceria entre a equipe de narrativa e a equipe de criação de mundo. "O trabalho da equipe de criação de mundo é fantástico. É incrível ver tudo se encaixando”, diz Annie Kitain, roteirista senior da Guerrilla.

“Há um Cozinheiro Oseram muito bem humorado em um dos primeiros povoados que adora falar sobre o sabor da comida que ele prepara. Mais tarde, Aloy conhece um Cozinheiro Tenakth mais na dele, cujo foco é manter guerreiros sempre bem alimentados para o combate. Essas características os distinguem culturalmente", conta Annie.

A aventura de Aloy rumo ao oeste começa no dia 18 de fevereiro com versões para PlayStation 4 e PlayStation 5.

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Fonte: PlayStation Blog
  • Redator: Raphael Giannotti

    Raphael Giannotti

    Entusiasta de JRPG, viveu a era de ouro do gênero nos anos 90. Fã incondicional de Zelda e Final Fantasy, hoje garimpa as bibliotecas de PC em busca de jogos épicos como esses. Enquanto não acha, zera tudo (ou quase) o que vê pela frente. Hobby atual: jogar o máximo de souls-like e metroidvania. Jornalista formado pela UFMA, gamer desde 1991.

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