Créditos: Intel

Intel recebe aprovação para vender componentes para Huawei

AMD também estaria na lista de empresas que podem negociar com a companhia chinesa

Graças à guerra comercial entre China e Estados Unidos, a Huawei foi proibida de fazer negócios com diversas empresas. Porém, a empresa ainda está servida de processadores: a Intel confirmou recentemente que recebeu aval para fazer negócios com a firma chinesa e a AMD também deu a entender que está liberada para vender seus produtos para a fabricante asiática.

Nesta terça-feira (22), um porta-voz da Intel confirmou à Reuters que a empresa recebeu uma aprovação dos Estados Unidos e está na lista de companhias que podem fazer negócios com a Huawei. A novidade chega uma semana após a Casa Branca lançar novas restrições de fornecimento para a firma chinesa, que é um dos epicentros da guerra comercial entre Estados Unidos e China.


(Imagem: Intel/Reprodução)

Além disso, a AMD também teria conseguido uma liminar para continuar vendendo seus produtos para a Huawei. A informação surgiu após o vice-presidente da divisão de Soluções Incorporadas da AMD, Forrest Norrod, comentar sobre o assunto em uma conferência. O executivo disse que as sanções contra a fabricante chinesa não estão afetando largamente os negócios de sua companhia.

Norrod disse que a AMD está trabalhando para se manter dentro das legislações estipuladas pelos Estados Unidos e que conseguirá servir os seus consumidores. A fabricante dos processadores Ryzen foi a primeira companhia americana a confirmar que está fazendo negócios com a Huawei desde o banimento do dia 15 de setembro.

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De acordo com a Reuters, outras empresas estão buscando aprovação do governo dos Estados Unidos para fornecer componentes para a Huawei. Porém, nem todas estão com a mesma sorte de Intel e AMD. A fabricante sul-coreana SK Hynix teria feito um pedido para negociar com a firma chinesa, mas o aval ainda não foi liberado.

A Huawei entrou na mira da Casa Branca ainda no ano passado por causa de preocupações com segurança. A empresa possui vínculos com o governo chinês e os Estados Unidos temem que os produtos da marca sejam utilizados para espionagem. Recentemente, a briga foi estendida e mais uma empresa virou alvo de polêmicas: a rede social TikTok.

Fonte: Reuters, IT Home
  • Redator: Mateus Mognon

    Mateus Mognon

    Mateus Mognon é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Vencedor do prêmio SET Universitário na Categoria Reportagem Digital, atua nos sites do grupo Adrenaline desde 2014. Atualmente, colabora para os veículos com notícias, análises e artigos envolvendo tecnologia e games.

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