Créditos: AMD

Produtos da AMD não serão muito afetados por sanções à Huawei, avalia executivo

Fabricate norte-americana usa tecnologias da empresa chinesa nos seus produtos

Os produtos da fabricante de hardware norte-americana, AMD, não deverão ser muito afetados pelas sanções do governo dos Estados Unidos à companhia chinesa Huawei. Quem avaliou a situação deste modo foi o vice-presidente da divisão de Soluções Incorporadas da AMD, Forrest Norrod. Segundo ele, a empresa vai continuar sendo capaz de oferecer serviços e produtos para seus clientes, inclusive pois conseguirá acessar certas tecnologias através de um uso restrito.

"Nós estamos 100% comprometidos a cumprir as regulamentações dos Estados Unidos, e tomamos as atitudes que sentimos que são apropriadas para garantir que estamos lidando bem com a Lista de Entidades em nossa interação com os parceiros, ou com parceiros em potencial que estejam na lista de Entidades. Mas baseado nas licenças que conseguimos assegurar, não esperamos ver um impacto significativo nos nossos negócios neste momento, a partir de qualquer uma dessas ações regulatórias".
Forrest Norrod, vice-presidente da divisão de Soluções Incorporadas da AMD

"Nós estamos 100% comprometidos a cumprir as regulamentações dos Estados Unidos, e tomamos as atitudes que sentimos que são apropriadas para garantir que estamos lidando bem com a Lista de Entidades em nossa interação com os parceiros, ou com parceiros em potencial que estejam na lista de Entidades. Mas baseado nas licenças que conseguimos assegurar, não esperamos ver um impacto significativo nos nossos negócios neste momento, a partir de qualquer uma dessas ações regulatórias".
Forrest Norrod, vice-presidente da divisão de Soluções Incorporadas da AMD

As sanções dos Estados Unidos contra a Huawei afetam empresas que fabricam processadores incorporados, como MediaTek, Qualcomm e AMD. O mercado de semicondutores como um todo foi especialmente afetado pela Guerra Fiscal com a China, com a Qualcomm esperando perder acesso a um mercado de US$ 8 bilhões (R$ 43 bilhões).


O vice-presidente de Soluções Incorpordadas da AMD, Forrest Norrod, cumprimenta Peter Ungaro da Cray Supercomputing (Fonte: AMD)

Enquanto isso, as fabricantes de chips da Coreia do Sul estão na expectativa de perderem US$ 8,4 bilhões em receitas por causa do embargo (R$ 45,2 bilhões). Agora que as novas regras já fizeram efeito, o único método para as empresas negociarem com a Huawei é solicitando uma licença do Departamento de Comércio dos EUA. Com isso, o governo Trump tem controle total sobre os produtos que serão vendidos com tecnologia chinesa e se eles poderão ser comercializados no país da América do Norte.

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"Essa é uma situação que está em constante evolução e novamente vamos continuar cumprindo [as regulações] acima de tudo, e vamos agir de acordo com a regulamentação. Eu acho que existe uma certa incerteza em relação ao que essas novas restrições representam do ponto de vista de uma perspectiva regulatória detalhada, mas eu antecipo que vamos continuar a conseguir ter o acesso que precisamos para servir os nossos clientes dentro as restrições".
Forrest Norrod, vice-presidente da divisão de Soluções Incorporadas da AMD

"Essa é uma situação que está em constante evolução e novamente vamos continuar cumprindo [as regulações] acima de tudo, e vamos agir de acordo com a regulamentação. Eu acho que existe uma certa incerteza em relação ao que essas novas restrições representam do ponto de vista de uma perspectiva regulatória detalhada, mas eu antecipo que vamos continuar a conseguir ter o acesso que precisamos para servir os nossos clientes dentro as restrições".
Forrest Norrod, vice-presidente da divisão de Soluções Incorporadas da AMD

Via: WCCF Tech
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  • Redator: Carlos Felipe Estrella

    Carlos Felipe Estrella

    Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation, época em que também se divertia com o Super Nintendo dos outros. Em 2005 migrou para o PC, e aí começou a se interessar por tecnologia também. Apesar disso, nunca conseguiu largar a preferência por jogos de corrida e de esporte, principalmente os de futebol. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

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