Análise em vídeo da GTX 1650 e batalha versus a RX 570 e a GTX 1050 Ti

A Nvidia complementou seu line-up de placas dessa série GTX 16, composta por placas Turing mas sem os novos truques da série 20 como Ray Tracing e DLSS, com o lançamento da GeForce GTX 1650. As placas com final 50 costumam ser os modelos de entrada da empresa, com o chip dimensionado para entregar alta eficiência energética e performance, e como aconteceu em gerações anteriores, a GTX 1650 também pode ser usada em placas que dispensam alimentação adicional, tirando toda a energia do slot PCIe. 

Análise:Gigabyte GeForce GTX 1650 Gaming OC
Análise: Galax GeForce GTX 1650 EX 1-Click OC

Outra característica é o baixo aquecimento, e temos diversos modelos com apenas uma fan. O que não foi bom foi o preço. Enquanto a antecessora, a GTX 1050 chegou ao mercado por R$ 599, a GTX 1650 chegou com preço sugerido de salgados R$ 930.

No comparativo colocamos dois modelos: a RX 570, placa da AMD que vem aparecendo no mercado por preços na casa dos R$ 699 a 999, ou seja, em vários momentos bem mais barata que a GTX 1650, enquanto por parte da Nvidia vamos colocar no gráfico a GTX 1050 Ti por uma questão técnica: essa era a placa mais potente da empresa na geração passada com essa característica de dispensar conectores de energia adicionais. Assim conseguimos ver a evolução que um projeto tão restrito em consumo de energia e aquecimento é capaz de fazer de uma geração para a próxima das GeForces.

Máquina utilizada nos testes:

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- Processador Intel Core i7-6950X - Placa-mãe Asus X99 Strix
- Kit de memórias Kingston HyperX Predator DDR4 32GB 3000Hz (4x8GB)
- SSD Kingston HyperX Savage 240GB - SSHD Seagate 2TB SATA3
- Sistema de refrigeração liquida Thermaltake Water 3.0 Riing RGB 280
- Fonte de energia Thermaltake Toughpower DPS G RGB 850W Gold
- Gabinete Thermaltake Core P3

Placas usadas:

- Gigabyte GeForce GTX 1650 OC Gaming - análise
- PowerColor Radeon RX 570 Red Devil - ficha técnica
- Zotac GeForce GTX 1050 Ti mini - análise

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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