Intel diz manter aposta em computadores modulares, mas encerra a produção do seu dispositivo

A Intel revelou seu computador modular durante a CES 2017, com a promessa de "ser do tamanho de um cartão de crédito", mas entregar uma alta performance em qualquer um dos diversos dispositivos compatíveis. Acontece que agora, depois de apenas dois anos, a empresa encerrou oficialmente a produção de seu dispositivo. 

Segundo o Tom’s Hardware, o aparelho que poderia transformar outros dispositivos como TVs e monitores em um PC graças aos seus componentes potentes, não terá uma atualização além da 7ª geração de processadores. A informação foi confirmada por um porta-voz da empresa que afirmou que apesar da Intel ainda acreditar em compute Cards, não vai mais desenvolver esses dispositivos.

"Continuamos acreditando que a computação modular é um mercado em que há muitas oportunidades de inovação. No entanto, ao analisarmos a melhor maneira de abordar essa oportunidade, tomamos a decisão de não desenvolver novos produtos de cartão de computação avançando." 

"Continuamos acreditando que a computação modular é um mercado em que há muitas oportunidades de inovação. No entanto, ao analisarmos a melhor maneira de abordar essa oportunidade, tomamos a decisão de não desenvolver novos produtos de cartão de computação avançando." 

Ao que tudo indica, os dispositivos que estavam sendo feitos para ser compatível com a tecnologia também não devem ter uma vida muito longa no mercado. A empresa por trás do shell de laptop NexDock (o primeiro dispositivo a ser anunciado para o compute card da Intel) publicou uma atualização onde revela não estar otimista com seu futuro. 

A Intel confirmou que vai continuar a vender o resto de seus estoques até o fim do ano, mas não tem mais planos envolvendo o dispositivo.

Via: The Verge, neowin Fonte: Tomshardware
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  • Redator: Lucas Alvaro Araujo

    Lucas Alvaro Araujo

    Lucas Alvaro virou jornalista pelo amor aos games e o desejo de escrever seus próprios roteiros para jogos com nota máxima no Metacritic. Apesar de ter atuado como designer e desenvolvedor de jogos durante dois anos, a paixão pela redação o trouxe para "os bastidores", onde está adquirindo experiência e aprendizado nos mais diversos segmentos da tecnologia. E é dessa forma que pretende se tornar especialista na área e descobrir o que fazer quando os robôs começarem a dominar o mundo.

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