Amazon inaugura centro de distribuição no Brasil para comercialização de mais de 120 mil produtos

Depois de um período de baixas expectativas para o mercado nacional, onde algumas empresas acabaram deixando de atuar no Brasil, os rumos parecem estar mudando. Nesta terça-feira (22) A Amazon, uma das maiores empresas varejistas do segmento de e-commerce, inaugurou um centro de distribuição em Cajamar, na Grande São Paulo. 

A Amazon começou os seus trabalhos no Brasil em 2012, na época, comercializando apenas livros digitais pelo Market Place - espaço onde varejistas colaboradores podem anunciar seus produtos. Mas somente em 2017 que o Market Place adotou outros produtos ao seu catálogo.

Agora, depois de 7 anos atuando no mercado brasileiro, a empresa está investindo em um centro de distribuição próprio que expandirá seu catálogo de produtos para mais de 120 mil, divididos em 11 categorias diferentes. Já a categoria de livros devem passar para mais de 200 mil, sendo todos esses produtos de comercialização direta com o cliente (1P). 

O espaço de mais de 40 mil metros quadrados, equivalentes a dez estádios de futebol, terá cerca de 1,400 funcionários diretos e indiretos e não fará a adoção de robôs automotivos para realizar as tarefas internas. Algumas novidades já vão poder ser notadas no site da Amazon Brasil, dentre elas há a inserção do frete zero para compras acima de R$ 140, além de contar com a opção de entrega rápida paga pelos parceiros como Correios, que por enquanto atende apenas as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.  

A empresa deixou claro que nenhuma das políticas de divulgação interna vai mudar e os varejistas que comercializam seus produtos no site não devem se preocupar, já que os produtos são exibidos por preços e o valor do frete; o que significa que a Amazon não irá se favorecer e a concorrência permanecerá justa. 

Com o anúncio as ações de empresas do ramo de e-commerce tiveram quedas nesta manhã. A B2W, dona da Americanas.com e Submarino caiu 3,26% e a Magazine Luiza teve baixa de 4,13%. Apesar de parecer preocupante para a concorrência, a Amazon deve apresentar um mercado bastante competitivo para o segmento em 2019.

Via: Techtudo, IstoeDinheiro
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  • Redator: Lucas Alvaro Araujo

    Lucas Alvaro Araujo

    Lucas Alvaro virou jornalista pelo amor aos games e o desejo de escrever seus próprios roteiros para jogos com nota máxima no Metacritic. Apesar de ter atuado como designer e desenvolvedor de jogos durante dois anos, a paixão pela redação o trouxe para "os bastidores", onde está adquirindo experiência e aprendizado nos mais diversos segmentos da tecnologia. E é dessa forma que pretende se tornar especialista na área e descobrir o que fazer quando os robôs começarem a dominar o mundo.

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