Jornalista sequestrado no Afeganistão consegue enviar 2 tweets

O jornalista japonês Kosuke Tsuneoka, mantido refém por cinco meses no Afeganistão, enviou mensagens através do twitter informando que estava bem e a localização do cativeiro. Tsuneoka conseguiu enviar os tweets quando um dos sequestrantes pediu ajuda para configurar um aparelho celular. Após terminar as ajustes, e abrir o site de notícias do Al-Jazeera, o jornalista afirmou que entraria no twitter, pois através dele seria possível acessar conteúdos de outros canais de notícias. Se aproveitando deste tempo é que ele enviou as informações.


Tsuneoka foi liberado pelos próprios militantes, que o mantinham refém com o objetivo de extorquir dinheiro do governo japonês. Parte do motivo da liberação do jornalista, aparentemente, é que ele é mulçumano desde de 2000, quando se converteu para a religião. Apesar da ameaça de matar o jornalista caso o pedido de resgate não fosse pago em 72h, e da soltura de Tsuneoka, o governo japones afirmou não ter feito nenhum pagamento aos militantes.

"Eu pensei que ia ser morto, então tentei me preparar para encarar isto", conta Tsuneoka. "Com o tempo, meu medo foi gradualmente sumindo, e me senti melhor". Quanto ao objetivo de seu sequestro, o jornalista é insicivo: "Eles são um bando de ladrões tentando extorquir dinheiro do Japão".

Não é a primeira vez que o jornalista é sequestrado. Em 2001 ele foi capturado por um grupo não identificado na Geórgia, e liberado durante as operações militares na região. Tsuneoka é o último dos seis jornalistas que eram mantidos reféns no Afeganistão.

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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