RTX 2080 e RTX 2080 Ti alcançam resultados surpreendentes na mineração de Ethereum

A nova geração Turing de GPUs em placas de vídeo da Nvidia, que fez sua estreia na forma das RTX 2080 e RTX 2080 Ti, mostrou-se um "monstro" na mineração de Ethereum. Ao menos é isso que concluiu Anthony Garreffa, do TweakTown, que testou as duas placas numa espécie de benchmark de mineração. A imagem abaixo mostra as configurações do teste.

O teste foi feito num sistema com processador Intel Core i7-8700K rodando o Claymore Dual GPU Miner v11.9. É interessante notar que essa é a versão mais recente do Claymore e ainda não suporta as novas RTX oficialmente. Garreffa espera reultados ainda melhores com versões futuras do software que sejam melhor otimizadas para a geração Turing. Mas, atualmente, os resultados já são os seguintes:

A RTX 2080 Ti sem overclock e sem HBM 2 sai tranquilamente na frente de uma Vega 64, alcançando um hashrate de 49 MH/s, contra 42,1 MH/s da principal concorrente da AMD. Mesmo a Titan XP, que ainda custa mais caro que a placa, não consegue alcançar números tão bons.

Mesmo com os bons resultados, Garreffa não chega a recomendar a compra de uma RTX para mineração:

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"A Bitmain acabou de anunciar que seu próximo chip ASIC em 7nm já está em produção em massa, então compre isso. Se você vai investir US$ 1.199 em cada placa de mineração, gaste mais de uma vez num minerador ASIC. Se você não quiser gastar tanto dinheiro, a Sapphire vende máquinas com 8 dual-GPUs que lhe oferecem 300 MH/s com facilidade."

"A Bitmain acabou de anunciar que seu próximo chip ASIC em 7nm já está em produção em massa, então compre isso. Se você vai investir US$ 1.199 em cada placa de mineração, gaste mais de uma vez num minerador ASIC. Se você não quiser gastar tanto dinheiro, a Sapphire vende máquinas com 8 dual-GPUs que lhe oferecem 300 MH/s com facilidade."

Fonte: TweakTown
  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

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