Teles brasileiras discutem mudar a neutralidade da rede no país

As empresas de telecomunicação brasileiras estão discutindo a revisão da neutralidade da rede no Brasil. A proposta é de tornar a neutralidade da rede mais flexível para liberar o gerenciamento do tráfego online. Isso, segundo as companhias, pode permitir a implementação de tecnologias como IoT (Internet das Coisas) e 5G de maneira mais fácil no país. 

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A proposta pode não agradar a muitos usuários que defendem uma internet livre, já que a mudança pode acarretar em cobranças maiores e serviços limitados. “Isso está sendo discutindo nos grupos fechados, aqueles para tratar de IoT e 5G, e que virá à tona quando estiver na agenda do dia”, disse Eduardo Levy presidente do Sinditelebrasil (sindicato das teles) ao site G1.

O mesmo assunto foi discutido ontem nos Estados Unidos pela FCC (Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos), e foi definido que a internet de banda larga no país deixará de ser classificada como serviço de utilidade pública (essencial), sendo agora um serviço de informação. Com isso, as empresas de telecomunicação podem controlar todos os limites da internet como bloqueios de dados e priorização de usuários.  

A neutralidade da rede garante que o serviço de banda larga seja submetido à regras de atendimento em qualidade usadas em outros serviços, como energia e água. Sem isso, o Brasil poderá seguir o mesmo sistema aprovado ontem nos Estados Unidos. 

Fonte: G1
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  • Redator: Mariela Cancelier

    Mariela Cancelier

    Mariela é jornalista pela Universidade Federal de Santa Catarina e gosta de jogos de luta e MOBAs. Foi estagiária do Adrenaline e Mundo Conectado e atualmente é redatora freelancer em ambos os sites.

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