Boicote ao YouTube faz Google prometer políticas mais duras contra discursos de ódio

A Google está enfrentando críticas cada vez mais duras contra sua permissividade no YouTube a discursos racistas, antissemitas e propagadores de ódio em geral, algo que causou um boicote de grandes empresas na Europa. Gigantes como Volkswagen, Toyota e a Volvo declararam que não iam mais anunciar na plataforma porque não queriam suas propagandas aparecendo no meio desse tipo de conteúdo. A Google foi rápida em responder e prometeu maior controle para as empresas de onde seus anúncios aparecem, além de uma política mais dura contra vídeos que fazem apologia ao ódio.

"Nós sabemos que anunciantes não querem suas propagandas ao lado de conteúdos que não se alinham com seus valores. Então, começando hoje, nós vamos tomar um posicionamento mais severo contra conteúdos de ódio, ofensivos e difamatórios. Isso inclui remover anúncios de maneira mais eficiente de conteúdos que estiverem atacando ou assediando pessoas se baseando em suas etnias, religião, gênero ou categorias similares. A mudança vais nos permitir tomar ação, quando apropriado, numa escala maior de anúncios e sites.

"Nós sabemos que anunciantes não querem suas propagandas ao lado de conteúdos que não se alinham com seus valores. Então, começando hoje, nós vamos tomar um posicionamento mais severo contra conteúdos de ódio, ofensivos e difamatórios. Isso inclui remover anúncios de maneira mais eficiente de conteúdos que estiverem atacando ou assediando pessoas se baseando em suas etnias, religião, gênero ou categorias similares. A mudança vais nos permitir tomar ação, quando apropriado, numa escala maior de anúncios e sites.

Por fim, nós não vamos parar em tirar anúncios. O time do YouTube está dando uma boa olhada nas nossas regras para a comunidade atuais para determinar que tipo de conteúdo é permitido na plataforma — não apenas que tipo de conteúdo pode ser monetizado."

Por fim, nós não vamos parar em tirar anúncios. O time do YouTube está dando uma boa olhada nas nossas regras para a comunidade atuais para determinar que tipo de conteúdo é permitido na plataforma — não apenas que tipo de conteúdo pode ser monetizado."

Philipp Schindler, executivo da Google

Philipp Schindler, executivo da Google

Além de novas ferramentas para os criadores de anúncios controlarem melhor onde suas propagandas aparecem e terem a oportunidade de excluí-las de sites específicos com maior facilidade, a Google prometeu que o investimento no assunto vai além, incluindo também a contratação de uma quantidade "significativa" de novos funcionários com a principal função de cuidar desse tipo de "conteúdo questionável". A empresa pretende usar também inteligência artificial e machine learning para revisar uma quantidade maior de conteúdo.

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Fonte: Tech Crunch
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  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

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