Vendas de PCs desktop no Brasil em 2016 foram as piores dos últimos 13 anos

A conhecida empresa de pesquisa de mercado IDC divulgou seu relatório sobre as vendas de PCs no Brasil para 2016, onde revela que esse segmento da economia segue em declínio. Foram vendidos 4,5 milhões de computadores "completos" no país durante o período (notebooks e desktops), a menor marca brasileira dos últimos 13 anos. A tendência é o esperado pelo mercado:

"A venda de computadores em 2016 ficou dentro das nossas expectativas. Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento, em geral. Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso a internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos."

"A venda de computadores em 2016 ficou dentro das nossas expectativas. Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento, em geral. Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso a internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos."

Os notebooks ainda foram os mais vendidos, somando 2,8 milhões de unidades, um número 30% menor em relação a 2015. Já os desktops caíram mais ainda, 35%, totalizando 1,7 milhões de unidades vendidas. Dos 4,5 milhões totais de PCs, 3 milhões se destinaram ao segmento doméstico e o restante foi para o corporativo. 

A previsão do IDC é que as coisas não melhorem para os PCs completos ainda em 2017. Mesmo que a economia consiga se recuperar, o mercado provavelmente conseguirá, no máximo, manter seus números, devido à sua saturação e concorrência com dispositivos mobile.

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  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

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