Qualcomm divulga o "índice de inovação" do Brasil com os resultados do QuISI 2016

A Qualcomm divulgou nessa semana os resultados do QuISI 2016, pesquisa feita em parceria com o IDC a fim de tentar gerar um "índice de inovação" dos países ao redor do mundo, ou seja, o potencial do país para crescimento no setor tecnológico da economia. O Brasil atingiu um índice de 15,67, o que coloca o país na terceira posição na América Latina, atrás da Argentina e do México, os primeiro e segundo colocados, respectivamente.

"O objetivo da Qualcomm com o QuISI é identificar o grau de inovação no Brasil, analisar o atual cenário e identificar oportunidades, ferramentas e caminhos que estimulem uma maior adoção de novas tecnologias no país, contribuindo também para o aumento da inclusão digital"
Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para a América Latina

O Brasil segue como destaque na área de smartphones, com um forte crescimento no consumo de dados e diminuição nas chamadas de voz em relação ao ano passado. Já na área da Internet das Coisas, grande aposta das empresas de tech para o futuro, o Brasil ainda está bem atrás em investimentos, o que mostra um potencial para crescimento. A QuISI 2016 apontou que os investimentos brasileiros em hardware corporativo representam 1,43% do nosso PIB, enquanto IoT ficou com a metade disso, em 0,76% do PIB.

- Continua após a publicidade -

A pesquisa é dividida nos seguintes itens:

- Fundamentos para Inovação: O papel das startups, aceleradoras, universidades e empresas de pesquisa e desenvolvimento no processo de inovação
- Pessoas: O papel das pessoas enquanto consumidoras de tecnologia
- Negócios: As empresas consumindo e criando inovação
- Governo: O papel regulador e incentivador do governo, na visão dos que são diretamente influenciados por ele.

Esses quatro quesitos juntos determinam o potencial de inovação tecnológica de cada país, de acordo com o QuISI.

Assuntos
  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

Qual você acha melhor?

O que você achou deste conteúdo? Deixe seu comentário abaixo e interaja com nossa equipe. Caso queira sugerir alguma pauta, entre em contato através deste formulário.