Cientistas desenvolvem microchip cerebral que se dissolve após ser usado

Cientistas das universidades de Washington e Illinois, nos Estados Unidos, estão trabalhando em um chip do tamanho de um grão de arroz que pode ser utilizado para mapear doenças cerebrais e, depois disso, se dissolver.

O objetivo dos pesquisadores é substituir os sistemas convencionais de mapeamento de doenças em órgãos mais delicados, evitando sangramentos, infecções e reações alérgicas, uma vez que o sensor pode ser implantado de forma mais fácil e, após o uso, ele se dissolve em questão de segundos.

"A nossa estratégia é ter  um aparelho que possa ser integralmente implantado, conectado com o órgão monitorado e que possa transmitir informações via wireless, permitindo a prevenção de doenças e problemas maiores. Depois do período mais crítico de monitoramento, o chip se dissolve, sem deixar resíduos no corpo do paciente"

- Dr. Rory Murphy, neurocirurgião da Universidade De Washington

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Feito integralmente com materiais orgânicos, o chip está sendo testado em ratos e a previsão de um possível uso em humanos ainda é incerta. Segundo o co-autor do projeto, John Rogers, o uso do chip será uma boa alternativa para os pacientes, já que dispensa o uso de equipamentos rebuscados e elimina o perigo de problemas pós-operatórios.

{via}CNET|http://edition.cnn.com/2016/01/18/health/wireless-dissolving-implant-monitors-brain-injury/{/via} 

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  • Redator: Mateus Mognon

    Mateus Mognon

    Mateus Mognon é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina. Vencedor do prêmio SET Universitário na Categoria Reportagem Digital, atua nos sites do grupo Adrenaline desde 2014. Atualmente, colabora para os veículos com notícias, análises e artigos envolvendo tecnologia e games.

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