Desenvolvedores pedem desculpas por Trine 3: "na cabeça de todo mundo, ferramos o jogo"

Faz pouco mais de uma semana que Trine 3 foi lançado, e o novo jogo da série indie bastante conceituada está recebendo um feedback tão negativo que representantes da empresas decidiram colocar a "cara à tapa" em um vídeo ondem pedem desculpas por desapontarem os consumidores e, principalmente, os fãs da franquia.

Apesar de manter algumas das principais características da série, como os puzzles interessantes e um visual muito acima da média (ainda mais se considerarmos que se trata de um jogo indie), o jogo vem sofrendo duras críticas dos jogadores por sua curta duração, girando em torno de 6 horas, e por não trazer um enredo completo.

A desenvolvedora também arriscou mais neste game, e deixou de lado o tradicional side-scrolling e adotou uma mecânica tridimensional. O resultado desagradou fãs mais tradicionalistas da franquia, enquanto vários gamers também reclamam de bugs e inconsistências na jogabilidade.

A equipe de marketing foi estúpida o bastante para não anunciar nossos planos. Então por favor jogue seu descontentamento em nós. Não desconte nos desenvolvedores

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No vídeo, os representantes da Frozenbyte afirmam que houve vários desencontros que causaram esse mal-estar com o público, como falhas no marketing do jogo, que não alertou os consumidores de que este game só traria parte da história e que terminaria em um "cliffhanger" (à beira do precipício, em uma tradução livre), expressão utilizada para descrever um recurso de enredo em que a narrativa é interrompida exatamente em seu clímax, forçando o expectador a buscar o próximo capítulo para ver os desdobramentos (quem acompanha novelas brasileiras ou qualquer série americana está mais que acostumado com isso).

De acordo com esse vídeo, a continuação do jogo, que já estava em desenvolvimento, agora está "em pausa". Agora vamos ficar ainda mais tempo pendurados.


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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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