Para o Facebook, aplicativo separado do Messenger foi a melhor decisão

Desde o ano passado, o Facebook removeu o recurso de trocar mensagens através do seu aplicativo principal para smartphones, obrigando os usuários a adotar o app Messenger para esse fim. Foram muitas as reclamações por parte dos usuários, mas a equipe responsável da rede social mantém a opinião de que essa foi a melhor opção.

Para o diretor de produto do Facebook, Stan Chudnovsky, a decisão de criar essa família de aplicativos permite que eles "ofereçam uma experiência mais rica e focada. De acordo com ele, se o Messenger ainda fizesse parte do aplicativo principal, ele não seria uma experiência tão completa. Isso porque recursos como a chamada por vídeo, que foi adicionada na semana passada, não seriam observados pelos usuários.

"Se o Messenger ainda estivesse enterrado dentro app principal, a função de chamada por vídeo estaria enterrada junto, e jamais veria a luz do dia", comenta Chudnovsky. "Você nunca pensaria sobre aquela parte específica do app do Facebook como um lugar onde você pode ter uma conversa em vídeo com algúem".

A base de usuários do aplicativo está crescendo. Hoje, são 600 milhões de pessoas que utilizam o Messenger regularmente, mais de três vezes o que havia cerca de um ano atrás. Mesmo assim, isso é menos da metade do 1,44 bilhão de usuários que o Facebook possui.

Mas a empresa diz que trabalha para alcançar esse número. "O objetivo é diminuir completamente essa distância: conseguir que 1,44 bilhão de pessoas, e até mais, utilizem o Messenger", explica Chudnovsky.

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{via}Mashable|http://mashable.com/2015/05/06/facebook-messenger-spin-off/?utm_campaign=Mash-Prod-RSS-Feedburner-All-Partial&utm_cid=Mash-Prod-RSS-Feedburner-All-Partial&utm_medium=feed&utm_source=feedly{/via}

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  • Redator: Carlos Felipe Estrella

    Carlos Felipe Estrella

    Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation, época em que também se divertia com o Super Nintendo dos outros. Em 2005 migrou para o PC, e aí começou a se interessar por tecnologia também. Apesar disso, nunca conseguiu largar a preferência por jogos de corrida e de esporte, principalmente os de futebol. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

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