Extensão de teclado para Android acrescenta atalho para gírias americanas

Os usuários de Android que não querem reduzir suas conversas aos emojis – mesmo naqueles diálogos virtuais improdutivos ou desagradáveis – acabam de ganhar um novo recurso para incrementar seus chats. O Lazyboard é uma extensão para os teclados dos dispositivos Android que adiciona atalhos para gírias como "lol", "kk", "hmm" e "haha", além de respostas padrão em inglês. O app ainda não possui versões para diferentes idiomas.

A motivação para criar o aplicativo surgiu da análise cotidiana do criador, Prem Adithya, sobre as conversas usuais que tinha através do celular. 

"Eu percebi que geralmente digito "k", "kk", "hmm", e "lol" mais do que qualquer outra coisa. Eu também vi que essas palavras também eram utilizadas como respostas educadas para recusar uma conversa chata – ou uma conversa que eu não queria ter com uma pessoa chata. Então eu pensei, 'e se houvesse um teclado só com as palavras essenciais necessárias para respostas rápidas?'"

Prem Adithya, desenvolvedor do aplicativo

A chegada deste aplicativo não poderia ser melhor: Se a comunicação através de vestíveis como o AppleWatch ou o AndroidWear se popularizar, respostas rápidas se tornarão necessárias para que o usuário comunique-se sem perder o foco nas suas atividades. Até o momento, a Apple contém apenas respostas padrão como "Estou indo!" e "Conversamos depois?", que são pouco utilizadas e soam artificiais ao usuário.

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O Lazyboard já está disponível para download na loja do Google. Atualmente a empresa está trabalhando na versão paga do aplicativo, o Lazyboard Pro, que permite a customização dos atalhos na programação de atalhos. 

{via}Wired|http://www.wired.com/2015/03/android-keyboard-people-lazy-type-lol/{/via}

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  • Redator: Gabriel Daros

    Gabriel Daros

    Redator da Adrenaline que teve contato com hardwares desde quando viu seu pai montar um tal "PC gamer" aos oito anos de idade. Escreve notícias sobre internet, tecnologia e jogos, cujo primeiro contato foi com um SNES aos sete anos. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2013.

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