Intel já prevê processos de produção de 7 nm e 10 nm e diz que Lei de Moore segue valendo

Em 1965, o engenheiro Gordon Moore, co-fundador da Intel, fez uma ousada previsão: ele disse que, a partir daquele momento, o número de transistores dos circuitos integrados dobraria a cada 18 meses sem aumento no custo dos chips. De maneira surpreendente, essa declaração continua valendo até hoje, e acabou ficando conhecida como a Lei de Moore.

E ela deve continuar valendo ao menos até 2018, de acordo com previsões da Intel. O pesquisador sênior da Intel, Mark Bohr, revelou que a empresa planeja fazer a transição para o processo de produção em 10 nm em 2016, e para o processo em 7 nm em 2018. Ele acredita que será possível adotar os novos processos sem a necessidade de desenvolver tecnologias novas e de alto custo.

O custo dos chips está aumentando, mas a densidade dos transistores aumenta num ritmo ainda mais rápido. Com isso, a Lei de Moore, que completa 50 anos em 2015, continua sendo válida. Porém, essa questão fica mais complicada após o processo de 7 nm, que ainda traz uma série de dúvidas aos pesquisadores. Até por isso, fica difícil especular se a Lei de Moore continuará válida de 2020 em diante.

{via}Fudzilla|http://www.fudzilla.com/news/processors/37080-intel-says-moore-s-law-is-alive-and-kicking{/via}

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  • Redator: Carlos Felipe Estrella

    Carlos Felipe Estrella

    Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation 1. Em 2005 migrou para o PC, e aí começou a se interessar por tecnologia. Formado jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

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