Google cria pele artificial para testar nanopartículas que detectam câncer

Em outubro do ano passado, o Google anunciou que estava trabalhando em nanopartículas magnéticas que procuram por células cancerígenas na corrente sanguínea e enviam a informação para uma pulseira inteligente. Agora, foi divulgada a informação de que a empresa está utilizando pele artificial para desenvolver a tecnologia.

Quando o Google anunciou o projeto, não ficou claro como as nanopartículas iriam transmitir suas descobertas. Mas em uma entrevista feita pelo The Atlantic, Andrew Conrad, chefe do Departamento de Ciências da Vida, explicou que elas vão emitir sinais de luz para conversar com a pulseira através das veias mais superficiais na parte de baixo do pulso. Para garantir que elas funcionem em qualquer tipo de pele, de qualquer tonalidade, o Google construiu braços falsos com as peles artificiais que possuem a mesma "autofluorescência e os mesmos componentes químicos que braços reais".

No vídeo abaixo é possível assistir à entrevista. Aos que acham estranho ter nanopartículas percorrendo pela sua corrente sanguínea, Conrad diz que o estranho é ter células cancerígenas flutuando pelo seu corpo querendo te matar constantemente. Boa resposta.

{via}The Atlantic|http://www.theatlantic.com/video/index/384922/why-is-google-making-human-skin/{/via}

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  • Redator: José Hüntemann

    José Hüntemann

    Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, é fascinado por inovações tecnológicas. Gosta de internet, redes sociais, mobiles e futuro dos vestíveis. Mas o que mais lhe impressiona é a tecnologia que busca melhorar a vida das pessoas e não serve apenas como mero acessório. Nos games, é um zero à esquerda, mas está no pódio no campeonato de Just Dance da redação.

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