Alguns Amiibos serão descontinuados; modelos já possuem preço inflacionado em mais de seis vezes

Melhor correr e adquirir seu modelo favorito de Amiibo, pois pode ser que ele não esteja mais disponível no futuro. A Nintendo confirmou ao site Wired que alguns modelos de seus bonecos com sensor de NFC não estarão sempre disponíveis e que, após vendido o estoque inicial, não serão repostos.

"Nós temos com objetivo ter alguns Amiibos sempre disponíveis. Isto serÁ feito com nossos personagens mais populares, como Mario e Link. Devido ao espaço em prateleiras, alguns bonecos não devem voltar após as vendas do primeiro lote", afirmou a empresa ao Wired

Por conta desta limitação, jÁ hÁ Amiibos sendo vendidos por US$ 89,99, sendo que o preço inicial era de US$ 12.99. Além do Marth, do link anterior, outros modelos que jÁ estão inflacionando o preço são o da Fit Trainer (que jÁ aparece por mais de 130 euros) e o do Vilager, por 50 libras.

A criação de modelos com estoques limitados tem rendido um status de item de colecionador - e também um valor bastante inflacionado - para outros produtos da empresa. O adaptador que permite usar controles do Game Cube para jogar Smash Bros no Wii U jÁ estÁ a venda por mais de US$ 100, sendo que seu preço de lançamento era de 20 dólares.

A questão crítica sobre os Amiibos é a falta de informação sobre a disponibilidade. Enquanto edições especiais de alguns produtos da Nintendo, como esta edição limitada de Hyrule Warriors, tem claros indicativos que possui um número limitado de unidades, só estÁ sendo possível perceber que um Amiibo tem uma quantidade restrita quando jÁ estÁ fora de estoque, e só consegue ser adquirido de segunda mão e com preços inflacionados.

{fonte}Wired|http://www.wired.com/2014/12/amiibo-discontinued/{/fonte}

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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