Juiz nega processo de ex-ditador do Panamá contra Activision por Call of Duty: Black Ops II

O juiz da corte suprema de Los Angeles, William H. Fahey, negou ontem o processo emitido pelo antigo ditador do PanamÁ, Manuel Noriega, contra a produtora Activision. A ação foi emitida devido ao jogo utilizar sua aparência física e nome sem autorização no game Call of Duty: Black Ops II. A discussão foi levada à corte em julho deste ano e teve Rudy Giuliani, ex-candidato à presidência dos Estados Unidos em 2008, como advogado de defesa. 

Segundo Noriega, além de utilizar sua verossimilhança sem consentimento anterior, o processo ofendia sua imagem por retratÁ-lo como "um raptor, assassino e inimigo do Estado." A empresa foi autuada por "uso indevido, exploração ilegal e apropriação indébita para lucro." Entretanto, a revogação ocorreu após um arquivamento emitido pela defesa, explicando que a presença do ex-ditador estava dentro dos termos da primeira emenda da empresa.

O advogado de defesa declarou que a decisão emitida pelo juiz representa uma proteção à liberdade de expressão, pois caso ele vencesse, o evento abriria espaço para inúmeras figuras históricas e políticas vetarem aparições em trabalhos de arte em geral.

(via VG247)  

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  • Redator: Gabriel Daros

    Gabriel Daros

    Redator da Adrenaline que teve contato com hardwares desde quando viu seu pai montar um tal "PC gamer" aos oito anos de idade. Escreve notícias sobre internet, tecnologia e jogos, cujo primeiro contato foi com um SNES aos sete anos. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2013.

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