Whatsapp agora é oficialmente do Facebook, por cerca de R$ 45 bilhões


Cerca de 8 meses após o Facebook anunciar que comprou o WhatsApp, a transação finalmente foi concluída Â– por um valor um pouco mais alto do que o previsto inicialmente. Na época, falava-se de algo em torno de US$ 16 bilhões, mas hoje revelou-se que a compra custou US$ 19 bilhões (cerca de R$ 45 bilhões) para a empresa de Zuckerberg.

O último obstÁculo para o negócio era a aprovação da União Europeia, que foi concedida na semana passada. Em março deste ano, 2 organizações que se consideram pró-privacidade tentaram barrar a venda do WhatsApp. Elas preencheram reclamação formal para a Comissão Federal de Comércio (FTC), com a justificativa de que estavam tentando proteger as "expectativas de privacidade dos usuÁrios do aplicativo. 

O pedido não foi suficiente para impedir a transação, mas as organizações conseguiram que a FTC enviasse uma carta aberta a Facebook e WhatsApp, pedindo que se ambos continuem mantendo a privacidade de seus usuÁrios.

O que talvez seja uma boa notícia para os usuÁrios do serviço é que ele continuarÁ separado do principal núcleo da rede social Facebook. Um post no blog do WhatsApp, publicado quando a compra foi anunciada, garante que os usuÁrios poderão continuar usando o serviço sem se preocupar. Segundo o comunicado, os aplicativo continuarÁ "autônomo e operando de forma independente.

O valor pago pelo WhatsApp serÁ distribuído da seguinte forma: US$ 4,5 bilhões em dinheiro e US$ 13,7 bilhões em ações. Ainda serÁ pago um extra de US$ 3,5 bilhões em ações restritas aos funcionÁrios do WhatsApp. Só que são cerca de US$ 2 bilhões para o diretor executivo Jan Koum, e US$ 1 bilhão para o co-fundador Brian Acton. A partir de agora, Koum também faz parte da diretoria do Faceboook, e recebe o mesmo salÁrio nominal de US$ 1 que Zuckerberg. Acton seguirÁ trabalhando na equipe do WhatsApp. Via The Wall Street Journal, Tech Crunch e L.A. Times.

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  • Redator: Carlos Felipe Estrella

    Carlos Felipe Estrella

    Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation, época em que também se divertia com o Super Nintendo dos outros. Em 2005 migrou para o PC, e aí começou a se interessar por tecnologia também. Apesar disso, nunca conseguiu largar a preferência por jogos de corrida e de esporte, principalmente os de futebol. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

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