Samsung acredita que "smart homes vão entrar na nossa vida tão rápido quanto smartphones"

A Samsung dedicou boa parte da sua apresentação na IFA 2014 para falar das "smart homes", as casas inteligentes que a empresa acredita que vão fazer parte de nossas vidas num futuro nada distante. "Para muitos, ainda é apenas uma visão. Mas a mudança estÁ vindo e estÁ vindo rÁpido." – disse Boo-Keun Yoon, executivo chefe da sul-coreana.

Lembrem-se como rapidamente, em apenas alguns anos, smartphones e tablets mudaram nossas vidas. Tenho certeza que a casa do futuro vai ser costurada no tecido de nossas vidas na mesma velocidade.

Apesar da evidente diferença entre comprar um pequeno dispositivo que cabe no seu bolso e remodelar a casa inteira, a Samsung aposta nessa ideia principalmente sendo uma empresa jÁ conhecida por fabricar, além de smartphones e tablets, todo tipo de produto doméstico, desde televisões a mÁquinas de lavar roupa. E a tendência é essa mesmo, segundo firmas de anÁlise de economia que estimam que até 2018 as pessoas vão gastar até US$100 bilhões em "tecnologia smart home", em até 45 milhões de casas inteligentes espalhadas pelo mundo.

A visão da Samsung se amarra na premissa de ter um sistema que funciona de maneira unificada e "discreta", ou seja, o usuÁrio não percebe a tecnologia trabalhando. E mais, a empresa se vale do conceito da "Internet das coisas" em seu projeto de smart home, ou seja, pretende usar tecnologia aberta, que se comunica com dispositivos de outras marcas.

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Uma cozinha que conhece seus alimentos estocados e sugere pratos que utilizem os ingredientes que estiverem mais próximos do seu prazo de validade, ou uma parede que simula paisagens enquanto seu morador se exercita, oferecendo informações sobre as calorias queimadas, etc. Ou ainda "simular" um jantar com um parente ou um amigo distante são funcionalidades que chegarão "numa velocidade que mal podemos imaginar", afirmou Yoon. Via CNET.

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  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

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