IDC: Phablets vão vender mais que notebooks em 2015

Nos idos de 2011, época do lançamento do Galaxy Note, os "smartphonões" ainda deixavam muitos céticos sobre o futuro dos aparelhos com telas maiores - e quase impossíveis de manejar com uma mão. Hoje, o jogo sem dúvida nenhuma virou, e é bem difícil termos um modelo topo de linha que não esteja acima das cinco polegadas de display, e as vendas desta categoria de aparelhos não param de crescer (assim como tamanho das telas).


Nokia Lumia 1520, aparelho com 6 polegadas de tela

Segundo estimativas do IDC, os aparelhos com telas entre 5.5 e 6.99 polegadas totalizarão 175 milhões de vendas em 2015, batendo os 170 milhões de notebooks estimados para o mesmo período. Os aparelhos com 7 polegadas ou mais não entram na conta, jÁ que o instituto considera que o dispositivo com este tamanho de tela entra na classe dos tablets, mesmo que seja capaz de fazer ligações.

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Nem só os notebooks que estão ficando para trÁs, nas estimativas do instituto. Para 2016, a expectativa é que as vendas cheguem a 318 milhões de unidades, ultrapassando em bastante os 233 milhões de tablets que o IDC espera que serão vendidos no mesmo período.

Para o crescimento do interesse neste segmento, o IDC conta com um elemento que, por hora, é rumor: a entrada da Apple no mercado de smartphones com telas maiores. De acordo com o instituto, o lançamento de um modelo do iPhone com mais polegadas de display irÁ despertar ainda mais interesse pelos "smartphonões".

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O grande líder deste segmento, por sinal, é a própria Samsung. A empresa lançou ontem, durante a IFA, dois novos aparelhos desta categoria: o Galaxy Note 4 e Galaxy Note Edge. Nos dois primeiros meses no mercado, o Galaxy Note 3 vendeu 10 milhões de unidades, e por pouco não superou as vendas do Galaxy S4, modelo com tamanho "mais convencional" de tela e um dos principais aparelhos Android do mercado.

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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