Para desenvolvedor de Driveclub, taxa de quadros constante compensa trava em 30 fps


A decisão da Evolution Studios de travar Driveclub, game de corrida exclusivo para PS4, em 30 frames por segundo foi criticada por muitos jogadores. Mas o diretor do game, Paul Rustchynsky, discorda das críticas, e pensa que o fato do game não ter queda de frames compensa a trava em 30 fps. Mais do que isso: ele desafia os jogadores a testarem o jogo antes de criticÁ-lo.

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"Eu consigo entender porque os jogadores imaginam que uma taxa de frames maior significa maior qualidade. Afinal, em quase todas as outras estatísticas técnicas, números maiores são traduzidos diretamente em melhor desempenho e mais detalhes", explica o diretor.

Mesmo assim, ele acredita que o game ficou melhor travado nos 30 frames por segundo, e insiste que não hÁ qualquer queda na taxa de quadros por segundo ou uma latência aparente nos comandos. "Esses são recursos que muitos dos jogos que rodam a 60 fps não podem garantir", defende.

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"Com maior taxa de frames, você tem que sacrificar muito do nível de detalhes, e no final das contas estamos realmente satisfeitos que nós atingimos o ótimo equilíbrio de um jogo de corrida com ótimos grÁficos e que roda muito bem", diz Rustchynsky.

Diferentes produtoras estão tomando decisões bem distintas na decisão entre travar o game em 30 frames por segundo ou sacrificar a parte visual e partir para os 60 fps. Em Forza Horizon 2, game de corrida exclusivo para Xbox One, a Playground Games decidiu pelos 30 fps. The Division, MMO em 3ª pessoa da Ubisoft, também serÁ travado em 30 fps, tanto no Xbox One quanto no PS4.

JÁ a Naughty Dog estÁ indo por um outro caminho, e revelou que planeja lançar Uncharted 4 e todos os seus futuros games em 1080p e 60 fps. Quem também farÁ isso é a NetherRealm Studios, que lançarÁ Mortal Kombat X em 1080p e 60 fps nos consoles PS4 e Xbox One. Via Gamespot e Red Bull.

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  • Redator: Carlos Felipe Estrella

    Carlos Felipe Estrella

    Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation, época em que também se divertia com o Super Nintendo dos outros. Em 2005 migrou para o PC, e aí começou a se interessar por tecnologia também. Apesar disso, nunca conseguiu largar a preferência por jogos de corrida e de esporte, principalmente os de futebol. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

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