Aplicativo Crowdpilot permite que amigos monitorem encontros românticos dos usuários

A programadora americana Lauren McCarthy criou o aplicativo Crowdpilot para aqueles que possuem dificuldades de se expressar durante um primeiro encontro. O app permite que um amigo (ou grupo de amigos) monitore a conversa e mande comentÁrios discretos pelo celular como "agora fala do seu salÁrio" e "ele gosta de Dota! Pelo amor de Deus não fala sobre Lol".

Formada pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), Lauren passou um mês saindo com homens que ela conheceu pela internet enquanto um estranho era pago para ouvir os encontros e mandar feedback em tempo real. De acordo com a programadora, o aplicativo serve também para reuniões de família, conversas com os colegas de trabalho e até ligações telefônicas; mas o foco são os encontros amorosos.

Segundo a programadora, mesmo que muita gente ainda critique o uso da tecnologia em situações interpessoais, ela acha que esse desconforto é passageiro: "o Crowdpilot foi imaginado para um futuro próximo em que as pessoas vão se sentir confortÁveis sabendo que hÁ terceiros ouvindo a conversa". 

O plano de Lauren é que o Google Glass aprimore seu aplicativo, permitindo que os usuÁrios recebam as mensagens dos monitores sem precisar pegar o celular e ler ou até desviar o olhar. E seu objetivo é "explorar o potencial da tecnologia para mediar e manipular as estruturas e sistema de interações sociais, identidade e autorrepresentação".

- Continua após a publicidade -

Antes do Crowdpilot, Lauren McCarthy também jÁ tinha criado outras tecnologias para ajudar nessas situações: um chapéu que dava choques automÁticos sempre que o usuÁrio para de sorrir e também o aparelho Conversacube, que dÁ instruções para manter a conversa entre duas pessoas interessante.

Na opinião de vocês, leitores, o aplicativo pode ajudar ou é desnecessÁrio?

Via Galileu


- Continua após a publicidade -


Assuntos
Tags
  • Redator: Luiz Menezes

    Luiz Menezes

    Estudante de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina desde o segundo semestre de 2012 e gamer desde 1999, quando teve a oportunidade de jogar "Adventure" no Atari (mesmo não passando nem da segunda fase). Hoje é estressado com o Xbox 360 e com os ADCs noobs que sempre feedam o Draven. Trabalha na Adrenaline por causa da paixão por games e porque precisa de dinheiro para comprar consoles novos.

Deve ter lançamentos como leve melhorias na mesma arquitetura

O que você achou deste conteúdo? Deixe seu comentário abaixo e interaja com nossa equipe. Caso queira sugerir alguma pauta, entre em contato através deste formulário.