Mercado brasileiro de impressão cresce 21,1% no terceiro trimestre de 2013

O IDC Brasil revelou em seu mais recente levantamento que o mercado brasileiro de impressão movimentou 1,03 milhão de equipamentos no terceiro trimestre de 2013, um crescimento de 10,2% em relação ao segundo trimestre e de 21,1% em relação ao mesmo período em 2012.

Atualmente responsÁvel por aproximadamente 28% da demanda, os equipamentos com tecnologia laser alcançaram o maior volume de vendas jÁ registrado em um único trimestre no Brasil. Foram mais de 279 mil equipamentos comercializados de julho a setembro. Um dos fatores responsÁveis pela marca histórica foi a performance dos equipamentos multifuncionais, que também alcançaram a maior participação no Brasil - 60% de todo o volume de equipamentos laser.

Segundo Diego Silva, analista de mercado da IDC Brasil, "com a aproximação entre os preços de impressoras e multifuncionais, o usuÁrio estÁ disposto a despender um pouco mais de seus recursos para obter mais funcionalidades em um equipamento de impressão".



Confirmando as expectativas da IDC, mesmo com sinais de atenção e postergação de investimentos em TI nos últimos trimestres, o segmento corporativo voltou a ter a demanda por equipamentos de impressão aquecida, tanto na aquisição de hardware, como também na contratação de serviços gerenciados de impressão.

No mercado jato de tinta os resultados do terceiro trimestre também foram positivos, com um crescimento de 11,1% em relação ao trimestre anterior, e 18,7% em relação ao terceiro trimestre do ano de 2012.

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A IDC Brasil acredita que um dos fatores responsÁveis pela recuperação do mercado jato de tinta no País foi a boa aceitação dos equipamentos com características mais robustas (business inkjet), que contêm funções e aplicações mais abrangentes, e visam os usuÁrios corporativos de pequenas e médias empresas, além dos usuÁrios domésticos e profissionais liberais. "Mesmo com a relevante recuperação neste trimestre, o mercado jato de tinta ainda estÁ passando por um movimento de readequação com novos patamares de demanda", diz Silva.

As ações de precificação dos fabricantes no período pós-crise (2008), por um lado garantiram excelentes volumes de vendas, mas, por outro, condicionaram a demanda às faixas de preços extremamente baixas. Tais movimentações tinham o objetivo de recuperar a lucratividade por meio da venda de suprimentos de impressão, fato que no mercado brasileiro não ocorre com tanta facilidade. Dentre outros fatores, a sensibilidade aos preços e a grande oferta de suprimentos não originais acabaram forçando os fabricantes a repensar suas estratégias.

A oferta de produtos wi-fi também foi outro fator que impactou positivamente o mercado, em função do avanço da mobilidade (tablets, smartphones e notebooks) nos segmento doméstico e de pequenas empresas.

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  • Redator: Filipe Braga

    Filipe Braga

    Filipe Braga é um cearense extremamente simpático formado em Ciências da Computação e apaixonado por computadores e tecnologia em geral. Também participa de reviews de hardware, especialmente placas de vídeo, processadores e placas mãe.

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