Intel doará placas Galileo para 100 universidades brasileiras

Um projeto da Intel envolvendo suas placas Galileo, anunciadas hÁ pouco tempo, e universidades jÁ rendeu alguns frutos. Por todo o mundo, 17 universidades foram escolhidas e ganharam 40 unidades das novas placas de Arduíno baseadas na arquitetura Intel. Entre elas, encontra-se a Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), mas agora ela não estarÁ sozinha. A Intel anunciou no começo desse mês, uma parceria com 100 universidades brasileiras para incentivar a Internet das Coisas, doando placas de Galileo para incentivar o desenvolvimento de recursos inovadores no Brasil.


A empresa espera ter bons resultados dos universitÁrios brasileiros, pela facilidade de utilizar as placas de desenvolvimento. "As placas Galileo são incrivelmente fÁceis de usar, sem a necessidade de profundo conhecimento técnico, de forma que podemos atingir até mesmo estudantes de disciplinas como arte e design.", disse Emílio Loures, Diretor de Assuntos Corporativos da Intel Brasil.

A empresa de Santa Clara jÁ possui uma característica de apostar nos jovens criadores. Na última década, a Intel investiu mais de US$ 1 bilhão em educação, além do desenvolvimento de currículos em mais de 500 universidades. "A Intel estÁ comprometida em fomentar a inovação no Brasil, e as universidades são o principal caminho para este fim. Com acesso à tecnologia e apoio pedagógico, queremos inspirar criatividade, entusiasmo por aprender e criar, nos estudantes de todas as disciplinas, completou Emílio.

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As placas Galileo são as primeiras placas de desenvolvimento compatíveis com Arduíno, possibilitando uma grande quantidade de aplicações e sem muita dificuldade de desenvolvimento. Cada placa Galileo é equipada com o SoC da Intel, Quark, o processador de baixo consumo de energia da Intel desenvolvido para pequenas funções. com essas tecnologias e a inovação brasileira, a Intel espera conseguir bons frutos para um futuro onde a Internet das Coisas seja uma realidade.

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  • Redator: Leonardo Lorenzoni

    Leonardo Lorenzoni

    Apaixonado por videogames desde que jogou Yu-Gi-Oh Forbidden Memories no Playstation e StarCraft no PC, sofre por ter nascido tão tarde e perder tanta bagagem cultural. Correndo atrás do prejuízo, divide a vida de estudante de jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com os vícios em séries e filmes. Gosta do Batman e não gosta do Superman. Escreve notícias para o Adrenaline e tenta não chegar atrasado.

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