Snapchat teria recusado proposta de US$ 3 bilhões do Facebook, segundo jornal

HÁ pouco tempo atrÁs, o Facebook resolveu abrir o bolso e adquiriu a o aplicativo de compartilhamento do fotos e vídeos, Instagram, por US$ 1 bilhão. Mas segundo o "The Wall Street Journal", a empresa de Zuckerberg teria oferecido "no mínimo" US$ 3 bilhões pelo Snapchat. Ainda segundo o jornal, o jovem (23 anos) CEO e co-fundador do Snapchat, Evan Spiegel, não irÁ considerar seriamente nenhuma oferta até o começo do ano que vem.  

Anteriormente, o Snapchat jÁ tinha recebido uma proposta da gigante chinesa Tencent Holdings que também foi recusada. Essa não foi a primeira tentativa de compra do Facebook: a empresa jÁ teria feito uma oferta de US$ 1 bilhão, que após recusada teria evoluído para essa de no mínimo o triplo. Caso a negociação se concretize, essa serÁ a maior aquisição jÁ feita pela empresa de Mark Zuckerberg e aumentaria o número de usuÁrios do aplicativo em proporções incalculÁveis. Apesar disso, o Snapchat não possui nenhum tipo de rendimento ou lucro através dos seus serviços.

O app faz sucesso entre adolescentes e adultos, oferecendo "snaps" que variam de 1 a 10 segundos. Cada snap é uma foto ou vídeo, feito por smartphone ou tablet, com a possibilidade de legenda e "desenhos" com o pincel. Após o tempo do snap, a imagem é excluída do celular, tanto para quem mandou, quanto para quem recebeu. Tentativas de printscreen são denunciadas pelo aplicativo para a pessoa que mandou o snap, evitando ou alertando para quem quiser guardar a foto. Recentemente, o aplicativo recebeu uma atualização que permite arquivar os snaps e deixÁ-los disponível para todos verem, numa função chamada "My Story". Segundo a empresa, em junho o aplicativo registrava 350 milhões de snaps por dia, quase dobrando sua marca em três meses. 

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  • Redator: Leonardo Lorenzoni

    Leonardo Lorenzoni

    Apaixonado por videogames desde que jogou Yu-Gi-Oh Forbidden Memories no Playstation e StarCraft no PC, sofre por ter nascido tão tarde e perder tanta bagagem cultural. Correndo atrás do prejuízo, divide a vida de estudante de jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com os vícios em séries e filmes. Gosta do Batman e não gosta do Superman. Escreve notícias para o Adrenaline e tenta não chegar atrasado.

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