Apple é processada porque seus produtos permitem visualizar pornografia

Um advogado americano quer que os produtos da Apple venham com algum filtro anti-pornografia de fÁbrica. Chris Sevier, do Tennessee resolveu processar a empresa porque seus dispositivos o permitiram ver conteúdo sexualmente explícito – e qual aparelho não permite?

Acontece que Sevier acreditava que a empresa era "preocupada com o bem estar das crianças da nossa nação, sem deixar de promover valores americanos". De fato, a companhia proíbe, por exemplo, aplicativos com conteúdo, digamos, "picante" em sua app store.

Porém, a maçã não impede ninguém de simplesmente ligar o computador e navegar na web. E foi o que Sevier fez, até tornar-se uma "vítima da pornografia". Isso porque, ao abrir o navegador e tentar entrar no Facebook, o advogado acabou "se enganando" e digitou Fuckbook.com. Pois é, isso aí.

 


O site, aparentemente, é uma rede social aos moldes do Facebook, mas voltado para encontros com "interesses", digamos assim. E, pelas fotos promocionais na própria homepage, cheinho de imagens explícitas.

Ao invés de fechar a pÁgina, Sevier alega que o Fuckbook "apelou para suas sensibilidades biológicas como um macho" e o levou "a um vício não desejado com consequências adversas." Para ele, a Apple deveria avisar sobre os "danos da pornografia".

A ação judicial, que teve os hilÁrios detalhes publicados no CNET, ainda afirma que "os empregados da Apple sabem que um homem nasce cheio de harmonias (sic) e é atacado por mulheres participando de atos sexuais com a intenção de causar excitação perversa." Pelo visto, ele quis dizer "hormônios", mas vai saber.

Concorrência desleal
Existe outro ponto no processo de Sevier. Ele argumenta que a variedade de mulheres nuas disponíveis acabou criando uma "concorrência desleal"... com a esposa dele. "A parte queixosa começou a desejar as garotas mais jovens e bonitas dos vídeos pornôs ao invés de sua esposa, que não tem mais 21 anos", diz um trecho.

O casamento entrou em crise e terminou, o que causou sérios problemas a Sevier, que acabou hospitalizado. Segundo a ação, ele chegou a um ponto em que não conseguia mais diferenciar a pornografia online da sexualidade, digamos, tangível do mundo real.

Ainda não hÁ como saber no que isso vai dar, mas por enquanto nós recomendaríamos a ele um certo aplicativo...


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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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