Ouya recebe 9 no quesito reparabilidade; lançamento foi adiado para 25 de junho

O Ouya, console baseado em Android criado através do crowdfunding, ganhou nota 9 do site iFixIt. O site é especializado em desmontar aparelhos para definir a facilidade em reparÁ-lo, e considerou o console um dispositivo bastante acessível para consertos e modificações.

Assim que aberta a tampa superior, removendo quatro parafusos, a placa-mãe do videogame jÁ fica acessível, bastando deslizÁ-la para fora da carcaça. HÁ apenas um cabo, que faz a alimentação do fan sobre o processador, e todos os demais componentes estão inseridos diretamente na placa-mãe.

A única parte em que hÁ dificuldade é o acesso do chip da Nvidia. Ao invés dos clipes para fixação dos heatsinks, algo comum em desktops, os engenheiros que desenvolveram o videogame preferiram soldar esta peça sobre a CPU Tegra, para garantir mais firmeza ao conjunto. "Como o console é muito pequeno, eles estavam preocupados com a possibilidade dele receber impactos ou ser derrubado", publicou o site.

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Na desmontagem, o site encontrou uma excentricidade neste videogame: cinco pesos de 11 gramas cada, na base. Enquanto toda a indústria tecnológica cria dispositivos mais leves (exceto a Nokia), o Ouya precisou "ganhar uma gordurinha" pois, segundo o fabricante, ele "tombava" com o peso dos cabos conectados nele, com as conexões de rede ou HDMI. 


Lançamento adiado
O console possuía previsão de lançamento para o dia 4 junho, porém a empresa irÁ adiar por três semanas o início das vendas. De acordo com o fabricante, nem todos que investiram no produto, em seus tempos de KickStarter, receberam seus consoles. Outro motivo é uma falha no design do controle que causa emperramento dos direcionais, algo que estÁ sendo corrigido.

A chegada do Ouya às lojas estÁ previsto para o dia 25 de junho, com preço de US$ 99. 

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  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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