Concorrente do WhatsApp, KakaoTalk abre no Brasil o primeiro escritório fora da Ásia

O aplicativo de mensagens instantâneas KakaoTalk, concorrente do WhatsApp, ganhou uma versão em português, totalmente gratuita. A Kakao Corp também anunciou a abertura de um escritório em São Paulo, o primeiro fora da Ásia, para intensificar suas operações por aqui e tornar-se líder no segmento.

Com mais de 82 milhões de usuÁrios que trocam mais de 4 bilhões de mensagens por dia, o KakaoTalk tem versões para Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry e Bada. Diferente do WhatsApp, que vai passar a cobrar uma assinatura de US$0,99 por ano (o equivalente a cerca de R$2), o KakaoTalk é grÁtis, pois possui outras formas de monetização.

Sendo uma plataforma aberta, ele permite a integração de aplicativos e conteúdos de outras empresas, como emoticons, stickers, temas, jogos e utilitÁrios. Da mesma forma, empresas e artistas podem utilizar o mobile marketing da plataforma, chamado Plus Amigo, para realizar promoções e enviar conteúdos para os seus seguidores. 


O app, além de driblar as tarifas de telefonia móvel, permite a troca de mensagens instantâneas e ligações gratuitas ilimitadas com até cinco participantes simultaneamente. É possível também criar salas de bate-papo, enviar imagens, vídeos e mensagens de voz por meio de redes 3G, 4G ou Wi-Fi.

O Brasil é o primeiro país fora da Ásia onde a empresa inicia operação com o intuito de contribuir para o ecossistema mobile no país, explica Maurílio Uemura Shintati, consultor executivo da Kakao Corp Brasil. "Enquanto os concorrentes produzem conteúdo internamente, nós estamos abertos a desenvolvedores, para ajudÁ-los a conquistar público, além de promover e oferecer visibilidade junto à base de usuÁrios do KakaoTalk", afirma. "Vamos ajudar pequenas empresas de desenvolvimento a crescerem e tornar mais interessante o mercado para todos. Essa foi a fórmula de sucesso na Coreia do Sul e queremos repeti-la no Brasil", finaliza o executivo. 

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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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