Riot, o game que pretende mostrar os dois lados das revoltas populares

HÁ seis começou a ser desenvolvido Riot, um simulador de revoltas populares. Apesar do tema controverso, o game demonstrou estar recebendo grande apoio, tanto que sua campanha de arrecadação lançada no início deste mês, jÁ ultrapassou a meta dos US$ 15,000, chegando nos US$ 19,736, aproximadamente R$ 39,000, e isso faltando ainda 16 dias para o término da campanha.

 

As informações vieram do theverge.com. Leonard Menchiari é o nome à frente do desenvolvimento do game. Ex-editor e diretor de fotografia da Valve, Menchiari é também adepto de protestos e movimentos populares, tendo jÁ participado de vÁrios. Sua intenção com Riot, segundo ele, não é a promoção da anarquia, mas sim mostrar os dois lados envolvidos nos protestos, dos civis e dos policiais, através de um "documentÁrio jogÁvel". Mattia Traverso, um dos designers do game, acrescenta que "uma revolta popular é uma experiência que precisa ser vivida".

Ainda não hÁ muitas informações quanto ao gameplay, mas Traverso diz que o jogo terÁ o formato de estratégia em tempo real e a violência não é o objetivo do jogo, "os revoltosos estão lÁ para espalhar uma mensagem, não para lutar com a polícia".

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Riot serÁ lançado para Windows, iOS, Mac e Android, sendo que esta última versão também estarÁ disponível no Ouya. Os produtores também pretendem disponibilizar o jogo pela Steam. Não hÁ ainda, porém, uma data para seu lançamento.

 

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  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.

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