Brasileiros avaliam seu patrimônio digital em mais de R$200 mil

A McAfee acaba de revelar os resultados do estudo "Pesquisa sobre o valor dos ativos digitais no Brasil", que procurou estimar quanto valem, para os consumidores brasileiros, todos os seus arquivos. A média é de R$238,8 mil, sendo que 38% deles são considerados insubstituíveis. Só eles somam um valor estimado em R$90,7 mil.

A pedido da McAfee, a empresa de pesquisas MSI Internacional entrevistou 323 consumidores brasileiros sobre o valor financeiro que atribuem aos seus ativos digitais, tais como arquivos de fotos, informações pessoais e arquivos de entretenimento, além de suas atitudes em relação à proteção desse patrimônio em computadores, tablets e smartphones.

"A maioria dos consumidores nem sonharia em deixar uma pilha de fotos de seus filhos, extratos bancÁrios, senhas de Internet e outras informações pessoais disponíveis ou facilmente acessíveis para que estranhos pudessem se apossar desses dados", afirma Sérgio Oliveira, diretor regional da Área de Consumidores para a América Latina da McAfee.

Por outro lado, 14% dos entrevistados não usam uma solução de segurança nos seus dispositivos e sequer acreditam que precisem de uma. "É como instalar um alarme de segurança na porta da frente da casa, mas deixar as janelas e a porta dos fundos abertas", afirma  Gary Davis, diretor de marketing de produtos da Área de Consumidores da companhia. "Basta uma janela aberta para permitir que um cibercriminoso acabe com todo o patrimônio digital em um determinado dispositivo, o que compromete as informações pessoais e financeiras."

Os consumidores brasileiros também mencionaram que pretendem se dedicar e investir mais na proteção de seu ativo digital no futuro – 91% dos entrevistados mencionaram essa intenção após avaliarem o valor de seu ativo digital.

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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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