Vírus criado em laboratório copia código de programas comuns para ficar invisível

Pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas, estão desenvolvendo uma nova forma de criar vírus para computador: um malware que consegue se autoconstruir e é praticamente invisível para os programas antivírus. 

Frankenstein, que é como estÁ sendo chamada esta criatura de laboratório, é capaz de usar pedaços de código a partir de programas comuns como o Explorer e a Calculadora do Windows. Ele compila as peças de programação em diagramas para criar basicamente qualquer tipo de programa.

O artigo que explica o funcionamento do Frankenstein, publicado nesta pÁgina, aponta que o programa encontrou mais de 120 mil gadgets no Windows Explorer em cerca de 7 minutos. E quanto maior o número de gadgets encontrado pelo programa, maior é o número de variantes possíveis para o código do malware criado, sendo cada vez mais difícil detectÁ-lo.

A pesquisa, parcialmente financiada pelo governo dos Estados Unidos, pretende apontar falhas nos atuais sistemas de segurança virtual. De acordo com o Hexus, cientistas que criam programas desse tipo geralmente usam suas desobertas para ajudar empresas que fabricam anti-vírus.


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  • Redator: Tulio Kruse de Morais

    Tulio Kruse de Morais

    Desmonstrando pouco talento para o esporte desde a primeira infância, encontrou consolo para o fracasso no Megaman do NES. Atualmente estuda Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina e procura avidamente por ferramentas digitais que melhorem seu desempenho na apuração.

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