Serviço de games na nuvem OnLive é vendida e deve se tornar uma nova empresa

A OnLive, site pioneiro no serviço de oferecer games processados na nuvem, confirmou que seus ativos foram vendidos para uma nova companhia, ainda sem nome, de acordo com o VentureBeat. A empresa garante que manterÁ seus serviços durante a transição e que os projetos em desenvolvimento continuarão em andamento, mas a OnLive em si não existe mais.



Informações como o valor da negociação ainda não foram reveladas, mas um porta-voz de Steve Pearlman, chefe-executivo do site, garante que a nova companhia conta com um financiamento substancial. Em, uma declaração oficial, a companhia garante que não haverÁ grandes mudanças nos serviços, mas especula-se que apenas 70 funcionÁrios foram convidados a integrar a nova equipe, dos centenas que formavam a antiga empresa.

"Nós podemos confirmar que os ativos da OnLive, Inc. foram adquiridos por uma recém-formada companhia com financiamento substancial, e que deve continuar a operar os serviços OnLive Game e Desktop, assim como dar suporte a todos os aplicativos e dispositivos da OnLive, e também parcerias em games, produtividade e de empreendimentos. A nova companhia estÁ contratando uma grande porcentagem da equipe da OnLive, Inc. em diversos departamentos e planeja continuar contratando mais pessoas substancialmente, incluindo adicionais empregados da OnLive. Todos os produtos e serviços anunciados anteriormente, incluindo aqueles em produção, irão continuar, e não hÁ planos de interrupção nos serviços OnLive. Pedimos desculpas por não podermos comentar a transação até que fosse completada."

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A OnLive foi aberta ao público em 2009, com a proposta de oferecer um serviço em que os usuÁrios poderiam acessar games processados em servidores e jogÁ-los diretamente na nuvem, possibilitando que um computador mais modesto rodasse títulos high-end sem grandes exigências na mÁquina. A empresa chegou a ser avaliada em 1,8 bilhões de dólares e contava com investidores como HTC, Warner Bros., Autodesk, Maverick Capital, AT&T, British Telecommunications e The Belgacom Group.

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  • Redator: César Massaki Teshima Soto

    César Massaki Teshima Soto

    Graduando de Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, ganhou um Mega Drive aos 5 anos, mas nunca conseguiu fazer final em Sonic 2. Navegava pelas salas de bate papo nos tempos da internet discada e até hoje procura o disquete perdido com seu jogo salvo do América-MG no Elifoot 98.

Deve ter lançamentos como leve melhorias na mesma arquitetura

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