Justiça decide pela extradição de Julian Assange

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, perdeu uma importante disputa judicial no Reino Unido. O Tribunal Supremo decidiu, em uma maioria de 5 contra 2, pela sua extradição para a Suécia, onde deve responder por crimes sexuais.

O veredicto, porém, não garante que o australiano serÁ, de fato, mandado embora do país. Conforme o Wall Street Journal, a advogada Dinah Rose afirmou que deve solicitar ao tribunal que reabra o caso, argumentando que os juízes não deram e ala a chance de expressar sua opinião sobre os aspectos legais que sustentaram a decisão.

O tribunal deu à advogada um prazo até o dia 13 de junho para recorrer. Enquanto isso, Assange continuarÁ no Reino Unido. Se a justiça se recusar a reabrir o processo, o australiano contarÁ apenas com um último recurso: um apelo à Corte Européia de Direitos Humanos.


Assange luta contra a extradição desde dezembro de 2010, quando foi preso sob acusações de crimes sexuais contra duas mulheres. Assange nega as acusações, alegando que as relações foram consensuais e que a investida contra ele é motivada por interesses políticos. Ele ainda teme que, caso seja extraditado para a Suécia, possa ser transferido para os Estados Unidos, onde pode, inclusive, ser condenado à morte

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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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