Kodak pede concordata para se reogarnizar e evitar a falência

A Kodak foi, por muitos anos, sinônimo de fotografia. Mas agora a situação da empresa não vai nada bem. Ela entrou com um pedido de recuperação judicial junto à Corte Sudoeste do Distrito de Nova York para tentar reorganizar seus negócios e não desaparecer de vez.

O plano da companhia é monetizar propriedades intelectuais e concentrar seu foco nas linhas de negócios mais rentÁveis. Uma das medidas tomadas nos últimos tempos para se reestruturar é a venda de suas mais de 1.100 patentes, fundamentais no setor de imagem digital.


Para continuar operando, a Kodak conseguiu um financiamento de US$950 milhões do Citigroup, a fim de aumentar a liquidez e o capital de giro. A empresa espera completar a reestruturação nos Estados Unidos em 2013. Nesse processo, 13 fÁbricas foram fechadas, assim como 130 laboratórios de processamento. A crise também acarretou muitas demissões: enquanto em 2003 havia 47 mil empregados na companhia, a força de trabalho atual conta com apenas 19 mil pessoas.

A Kodak foi fundada em 1888 por George Eastman, criador do filme fotogrÁfico. Na semana passada, a empresa moveu ações judiciais por quebra de patentes contra a Apple e a HTC, na tentativa de gerar receita com a propriedade intelectual.

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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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