Teste da fonte Corsair CX550 (realizados em livestream).

rbuass

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Teste da fonte Corsair CX550 (realizados em livestream).

Atenção:

Recomendamos fortemente ler o artigo deste link para compreender com exatidão as metodologias utilizadas:

https://adrenaline.com.br/forum/threads/importante-ler-para-entender-os-testes-de-fontes-e-as-certificacoes.663525/



Os testes foram realizados no padrão de temperatura de 25 ± 1 °C (24 °C ≤ T ≤ 26°C), portanto mais preciso e mais rigoroso que o da maior e mais importante certificação que existe, a 80 Plus, a qual utiliza uma faixa e temperatura de 23 ± 5 °C (18 °C ≤ T ≤ 28°C), na condição mais severa (115V), conforme a absoluta maioria das fontes testadas pela certificadora.

Os resultados obtidos nos testes deste modelo são referentes a esta unidade, com seu respectivo código de identificação do produto (Part Number) e número de série detalhados na livestream com a respectiva Nota Fiscal (comprada pela Combat Informática).



Análise do TecLab:



A fonte Corsair CX550, construída pela Great Wall (OEM) tem projeto composto em seu setor primário por um sistema Half-Bridge e LLC Resonant (L = indutor; C= capacitor > determinada então por um circuito ressonante de dois indutores e um capacitor), tendo no seu setor secundário , retificação síncrona e conversores DC-DC, o que descreve um projeto moderno e bem monitorado.



Testes em 100% de carga – 115V

Nosso exemplar teve um ótimo resultado quanto à sua eficiência, mantendo-se com 84,8% com a utilização de 100% de carga, ou seja, 2,8% acima dos 82% prometidos e mais próximo até de uma classificação SILVER (85%) do que de sua própria classificação, considerando as condições 115V; 100%).

O fator de potência se mostrou estável e com ótimo valor (99,9%, 115V, 100%).

Quanto à estabilidade das tensões (regulação), o padrão ATX determina os seguintes valores:

Linha (V) / Tolerância (%) / Vmin (V) / Vmax (V)

+3.3V / ± 5% / +3.135 V /+3.465 V

+5V/ ± 5% / +4.750 V /+5.250 V

+5VSB / ± 5% / +4.750 V /+5.250 V

+12V / ± 5% / +11.400 V / +12.600 V


Porém, dentro de nossos conceitos não será possível classificar uma fonte como boa, se por exemplo ela tiver a tensão trabalhando, por exemplo, com 11,45V.

Apesar de estar acima do limite, a tensão de 11,45V é demasiadamente baixa para nossos conceitos.

Por esta razão, utilizamos, assim como grande parte dos profissionais habilitados que trabalham nesta área, uma tabela própria onde, com todo o respeito a qualquer divergência, determinamos o nosso padrão.

Linha (V) / Vmin (V) / Vmax (V)

+3.3V / +3.18 V /+3.42 V

+5V/ +4.8 V /+5.2 V

+5VSB / +4.8 V /+5.2 V

+12V / +11.7 V / +12.3 V


Devido ao dinamismo dos testes e suas leituras, os valores contam ainda com uma pequena tolerância em nossas análises (assim como fazemos, por exemplo, com a eficiência).

Nos testes, na linha principal (+12V) o pior valor registrado ficou em 11,94V, o que é excelente e nos direciona ao resultado do moderno sistema DC-DC.

O ripple, também pelo padrão ATX tem seus valores limite pré-determinados. Entretanto, para nós, uma fonte com o ripple de 115mV (100%, 115V) está trabalhando com essa “ondulação residual” muito alta para a nossa aprovação.

Os valores determinados pelo padrão ATX determinam os seguintes valores, até para a manutenção da segurança dos componentes do equipamento:

Linha (V) <> Ripple Max (mV)

+12V <> 120mV

+5V <> 50mV

+3,3V <> 50mV

+5VSB <> 50mV


Da mesma forma, assim como outros profissionais conceituados deste segmento, utilizamos nossos próprios conceitos, com todo o respeito às divergências, para a consideração do que acreditamos ser razoável.

Linha (V) <> Ripple Max (mV)

+12V <> 60mV

+5V <> 35mV

+3,3V <> 35mV

+5VSB <> 35mV




Em nossos testes, podemos dizer que o ripple deste modelo não está dentre os modelos preferidos, mas está abaixo das linhas que consideramos para corte, transmitindo valores raoáveis, apesar de manter-se com valores maiores do que 30mV (+12V), faixa preferencial de excelência para o TecLab.

Pelo fato de ter ficado abaixo da “linha de corte” (60mV) e bem mais abaixo dos limites determinados pelo padrão ATX (descritos acima), consideramos aceitável o ripple na linha de +12V.

Na linha de +5VSB (stand by), tivemos 30,4 mV, ficando abaixo do limite estipulado pelo padrão ATX (50mV), e também do valor considerado para “corte” no TecLab (35mV), portanto também nesta linha, apesar de não ser um valor excelente, a fonte teve um bom comportamento.

Na linha de +3,3V o ripple ficou em aproximados 28,5 mV e na linha de +5V em 30,7 mV, não sendo excelente, mas também não indicando nenhum problema dentro de valores razoáveis.

Só para esclarecer, o ripple é uma tensão “residual” indesejada proveniente da corrente alternada, que se “propaga” para a “energia contínua” que vamos fornecer ao nosso computador.

Valores de ripple altos fazem com que os capacitores trabalhem muito mais, esquentando mais e diminuindo consideravelmente a vida útil dos componentes, fora a “inabilidade” para usuários que, por exemplo, precisam de um perfeito equilíbrio de tensões e de sinais, o que é o caso dos que fazem overclocking.

Neste quesito, ripple a 100% de carga 115V a fonte da Corsair apresentou resultados aceitáveis.

A temperatura máxima ficou em torno de 119 graus Celsius na bobina do PFC e também pela sua proximidade ao termistor NTC presente.

Uma temperatura alta, mas levando-se em conta que a temperatura é a do local mais quente medido e as condições de carga (100%, 115V), durante 15 minutos, não é uma temperatura de risco ou condenável.

A fonte também teve um bom aceitável nesta avaliação.



Testes em sobrecarga (110% ~ 605W)

Mesmo em sobrecarga a fonte se manteve com ótima eficiência, 83,4%, ainda bastante acima dos 82% especificados, superando o valor “prometido” pela eficiência 80Plus em 1,4%, que é muito bom.

A estabilidade das tensões, considerando a pior situação (linha de +12V), ficou em 11,94 V (pelo padrão ATX, acima de 11,4V), demonstrando um comportamento exemplar nessa condição.

O fator de potência manteve-se em 99,9% e como era de se esperar, o que era esperado.

Para o ripple, precisamos fazer um capítulo todo, especial, para descrever um comportamento atípico desta unidade.

É importante dizer que após os testes do vídeo, fizemos diversas experiências para determinar a procedência do ocorrido, o que será relatado a seguir:



Na primeira tentativa de sobrecarga, com 605W aplicados (10%), a fonte teve uma elevação de ripple inicial para valores altos, superando 190mV.

Não que 190mV seja tão assustador, mas sim porque com apenas 10% de reserva de potência ela teve uma variação tão grande.

Também notamos que este valor foi subindo com a temperatura e visivelmente podemos ver no gráfico do osciloscópio, o ruído (noise), descrito na imagem do vídeo, estendendo o tamanho de sua faixa.

Na verdade, apesar de a gente descrever tudo como “RIPPLE”, até pelos limites de leitura do padrão ATX (limite 120mV), temos o “RIPPLE” da fonte, proveniente da corrente alternada e que se propaga na corrente contínua e o “NOISE” que não vem da rede elétrica (que é isolada), mas da própria fonte.

Então os valores listados na primeira tentativa em sobrecarga de 10% foram acima de 190 mV e também valores acima do padrão ATX para as linhas menores (+5VSB em 73,2mV; +3,3V em 64,2 mV; +5V em 78,5 mV).

Até este ponto, estava tudo correndo bem, pois não tínhamos os dados relativos à fonte se desligar ao invés de se descontrolar.

Mas curiosamente e apesar de a gente haver esfriado a fonte enquanto explicava em Live, a fonte teve um melhor comportamento de ripple em 650W do que em 605W.

Também testamos em 680W, o que representa aproximados 24% de sobrecarga e a fonte não se descontrolou, mas apenas manteve um valor de ripple similar ao apresentado em apenas 605W.

Os valores de ripple, por exemplo, em 650W, começavam com valores até razoáveis, aumentavam rapidamente com a temperatura e atingiam um limite próximo de 190mV, tendo as tensões de ripple acompanhando a subida em condições bem piores (650W/680W; limites de: +5VSB em 118mV; +3,3V em 108mV; +5V em 119mV; +12V em 196mV).

Estamos falando sempre de RIPPLE, mas os valores descritos representam RIPPLE + NOISE.

A temperatura da fonte em 110% de carga, para nossa avaliação, que estava em sua pior situação em 134 °C, da mesma forma não deveria representar uma subida tão substancial nos valores de RIPPLE + NOISE, com a particularidade da fonte “desarmar” com a aplicação de 692W de carga, sem exceder esses valores.

Tudo isso levou o TecLab a realizar mais testes e estudos sobre a fonte chegando às seguintes deduções.

Tratando-se apenas e somente deste exemplar, pois não temos outro em mãos, fica ao nosso entender que na faixa de 10% de sobrecarga desta unidade, provavelmente ela entra em ressonância e isto potencializa gradativamente o RIPPLE + NOISE (pois a temperatura que ela chega é alta, mas não acreditamos que seja tão alta para elevar desta forma esses valores).

Também notamos que ao trabalhar com as mesmas cargas com a fonte fria, a onda de RIPPLE aparece nítida e conforme a fonte vai esquentando começa a surgir o ruído elétrico da própria fonte (NOISE), o qual vai aumentando gradativamente.

Também notamos que, por exemplo, se aumentarmos a tensão de entrada (exemplo 150V) ele some completamente, o que nos reforça o conceito, quase que com certeza, de ser a ação do fenômeno de ressonância.

As condições máximas de temperatura que chegamos a medir com a FLIR E8 foi de 134°C, o que é bastante alto, mas não tão alto para as condições em que estava sendo utilizada (além da sobrecarga de 10%, 115V), até o seu desligamento.



Em se tratando de sobrecarga, os valores obtidos servem apenas como referência, considerando da engenharia a necessidade de evidenciar um fator de segurança justo nos dimensionamentos.



Na análise interna a fonte tem topologia Half-Bridge e LLC Resonant (L = indutor; C= capacitor > determinada então por um circuito ressonante de dois indutores e um capacitor) no setor primário e retificação síncrona e conversores DC-DC no secundário.

Com estágio de filtragem EMI completo, fusível e varistor para proteção, ponte retificadora com dissipador, bobina do PFC blindada, sensor de temperatura fixado ao dissipador para ajuste de rotação do ventilador, e um circuito integrado para supervisão ST9S429-PG14 (OCP, OVP, UVP)

O capacitor do setor primário de alta qualidade, Nippon Chemi-Con 450V, 270uF, 105°C.

Para o setor secundário, os capacitores são bons, mas não tanto, mantendo todos de 105°C e distribuindo com capacitores ELITE nas linhas de +3,3V e +5V e TEAPO na linha da +12V, mantendo uma boa qualidade neste quesito.

Um bom ventilador Yate Loon (D12SM-12) de 12cm, 1700 RPM, 34 dB, 72 CFM rifle bearing, o que é positivo visto que tem melhores condições de posicionamento / durabilidade que os “usuais” sleeve bearing (inadequados para trabalhar na posição horizontal).

Vale a observação que o fabricante disponibiliza 5 anos de garantia, o que é um tempo bastante longo e por isso o ventilador de maior durabilidade faz todo o sentido.

A solda demonstrou boa qualidade, apesar de não estar perfeitamente limpa (resíduos de fluxo), não teve nada que fizesse o TecLab condenar sua qualidade (curtos, mau contato, etc).

Consideramos que o modelo Corsair CX550 deste part number um bom projeto, moderno, bem construído, com elementos de boa qualidade e longo prazo de garantia.

Os resultados demonstrados até os 100% de carga prometido foram:

- Eficiência alta e consideravelmente superior à prometida

- Regulação de tensão das linhas com excelentes valores

- Fator de potência bastante alto (da ordem de 99,9% em 115V)

- Ripple aceitável, não exemplar, mas ainda assim com os valores abaixo de nossa linha de corte.

- Temperatura alta, mas aceitável, visto que se trata da bobina do PFC



Os resultados demonstrados em sobrecarga (110%) foram:

- Eficiência continuou acima do prometido, sendo ótima neste quesito

- Regulação de tensão das linhas continuou com excelentes valores

- Fator de potência bastante se manteve alto (da ordem de 99,9% em 115V)

- Ripple teve um comportamento anormal, levando ao entendimento de haver influência da ressonância, da temperatura ou possivelmente um caso isolado desta unidade

- Temperatura subiu ainda mais, mas não chegou a limites absurdos







Proteção além dos 10% de carga (verificação do desligamento por sobrecarga e condições de utilização).




Nos testes acima de 10% de sobrecarga, a fonte teve um comportamento muito particular, o que nos levou a realizar novos testes e análises (conforme explicado acima).

Apesar de ter chegado em valores de ripple + noise acima das especificações ATX, no caso da linha principal, ela se desligou com 692W e não chegou a valores absurdos como a gente já noticiou diversas vezes.

Nas linhas menores, da mesma forma o ripple + noise excedeu os limites ATX, mas fica a nossa mesma dúvida em relação à linha de +12V, ou seja, a razão pela qual a temperatura + tensão de entrada + eventual ressonância tenham levado a fonte a este comportamento.

De qualquer forma não podemos aprovar o comportamento no quesito “tensões de ripple”, sendo esta a única qualidade na qual a fonte demonstrou deficiência, mas deixar registrado que esta unidade teve este comportamento excêntrico nas condições acima de suas especificações.











Os testes realizados nessas condições são únicos e servem para nortear os consumidores quanto à importância de um bom dimensionamento e em especial, à prática de overclocking.

Demonstramos que mesmo em utilização normal (refrigeração a ar), um computador em carga pode dobrar sua requisição de potência (ou até mais), com um simples implemento de tensão/frequência no processador e na placa de vídeo, superando os valores seguros para utilização de alguns modelos de fontes.

Desse modo fica evidente a importância em considerar os valores "além" da potência nominal e sobrecarga (10%), se o usuário pensar em realizar esta prática ou também se houver realizado um dimensionamento “inadequado”, um upgrade (aumento de requisição por mais elementos ou mais "poderosos"), o “subdimensionamento” para economizar em uma fonte ou até mesmo para aproveitar uma unidade de menor potência que o necessário.

Sendo assim, nossa recomendação é expressa para que todos os modelos tenham um sistema de "supervisão" que faça com que a fonte desligue antes de trabalhar em condições inapropriadas e perigosas.

Sendo assim, em nossa opinião, a recomendação para o fabricante é implantar um sistema de supervisão que faça com que a fonte desligue antes de chegar às condições demonstradas

Por esta razão, nossas conclusões devem ser realizadas levando-se em conta o perfil de cada usuário.

Os valores e dados técnicos principais foram transmitidos para que cada um dos leitores possa fazer juízo de nossas informações e pesar a escolha à sua conveniência.



Conclusão:



O modelo CX550 da Corsair fabricado pela CWT é uma boa fonte, com um projeto moderno e construída com elementos de boa qualidade, o que condiz com os 5 anos de garantia que o fabricante disponibiliza.

Nas condições de carga normal, até 100%, ou seja, até o que o fabricante promete, ela teve uma ótima eficiência, ficando muito pouco abaixo de uma classificação superior SILVER, excelente estabilidade nas tensões (auxiliada pelo sistema DC-DC de seu projeto) e todas as qualidades dentro do padrão do TecLab.

Em sobrecarga, nossa avaliação é que o ripple ficou acima das especificações, o que não é bom e não podemos aprovar, mas deixamos claro que o comportamento dela não foi usual, levando a crer a influência do fenômeno da ressonância e do calor, os quais claramente fazem com que a componente “noise”, ou seja, o ruído elétrico da própria fonte estivesse interagindo para o aumento desses valores.

O que nos levou a estudar de um modo diferente essa unidade, foi o fato dela ter melhor comportamento com 650W em relação à primeira sobrecarga em 605W (110% de carga) e o significante aumento nos valores de ripple + noise com o aumento de temperatura.

Infelizmente e por se tratar de um fenômeno e por não ter outra unidade, não temos como determinar com 100% de certeza a procedência deste fato, mas ter o ruído praticamente que “anulado” com maior tensão de entrada e também em menor temperatura, nos leva a crer que estamos corretos.



Recomendamos para ter uma base do consumo:

https://outervision.com/power-supply-calculator

Não é perfeito, mas fornece uma base para o seu conhecimento.

Recomendamos:

15% a mais do que a potência calculada no site para o usuário comum

50% a mais para quem pretende fazer overclocking moderado

Para overclocking extremo, pode passar de 100% ou mais unidades de fontes.

Não se esqueça que eficiência não é qualidade e que existe uma quantidade enorme de fontes que prometem o que não cumprem.

Obrigado por acompanhar nosso trabalho!





TecLab
 
Última edição:

-King Of Dark

Night Member
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Show ronaldão, impecável como sempre!
 

felluz

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Obrigado pela analise Ronaldo, como sempre vcs do Teclab contribuindo para a comunidade do hardware! Abraços!!
 

Jealous

POOOMPA
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Obrigado, Ronaldo. Quando der, traga testes com o modelo da XFX XTR2.
 

ygorsoares

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Boa noite Ronaldo, tudo bem?
Antes de tudo, parabéns pelo exelente trabalho.

Tenho uma dúvida quanto aos testes! pq a fonte é testada em 115v quando na realidade temos 127v entregues pela concessionária?

Todas as fontes tem entrada de 115v apenas? Pergunto pois tenho equipamentos importados de áudio do Reino Unido e para isso uso um trafo de 2kva para baixar a tensão dos 127v para 115v. Seria o caso dos PCs também?

Abs
 

rbuass

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Registrado
Boa noite Ronaldo, tudo bem?
Antes de tudo, parabéns pelo exelente trabalho.

Tenho uma dúvida quanto aos testes! pq a fonte é testada em 115v quando na realidade temos 127v entregues pela concessionária?

Todas as fontes tem entrada de 115v apenas? Pergunto pois tenho equipamentos importados de áudio do Reino Unido e para isso uso um trafo de 2kva para baixar a tensão dos 127v para 115v. Seria o caso dos PCs também?

Abs
Porque é o padrão de certificação utilizado, 115V ou 230V.
Acontece que a absoluta maioria dos testes e certificações são em 115V, pois é mais severo.
Entende-se que deve testar nas piores condições.

Abraço
 

MiguelDuarte

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Teste da fonte Corsair CX550 (realizados em livestream).

Atenção:

Recomendamos fortemente ler o artigo deste link para compreender com exatidão as metodologias utilizadas:

https://adrenaline.com.br/forum/threads/importante-ler-para-entender-os-testes-de-fontes-e-as-certificacoes.663525/



Os testes foram realizados no padrão de temperatura de 25 ± 1 °C (24 °C ≤ T ≤ 26°C), portanto mais preciso e mais rigoroso que o da maior e mais importante certificação que existe, a 80 Plus, a qual utiliza uma faixa e temperatura de 23 ± 5 °C (18 °C ≤ T ≤ 28°C), na condição mais severa (115V), conforme a absoluta maioria das fontes testadas pela certificadora.

Os resultados obtidos nos testes deste modelo são referentes a esta unidade, com seu respectivo código de identificação do produto (Part Number) e número de série detalhados na livestream com a respectiva Nota Fiscal (comprada pela Combat Informática).



Análise do TecLab:



A fonte Corsair CX550, construída pela Great Wall (OEM) tem projeto composto em seu setor primário por um sistema Half-Bridge e LLC Resonant (L = indutor; C= capacitor > determinada então por um circuito ressonante de dois indutores e um capacitor), tendo no seu setor secundário , retificação síncrona e conversores DC-DC, o que descreve um projeto moderno e bem monitorado.



Testes em 100% de carga – 115V

Nosso exemplar teve um ótimo resultado quanto à sua eficiência, mantendo-se com 84,8% com a utilização de 100% de carga, ou seja, 2,8% acima dos 82% prometidos e mais próximo até de uma classificação SILVER (85%) do que de sua própria classificação, considerando as condições 115V; 100%).

O fator de potência se mostrou estável e com ótimo valor (99,9%, 115V, 100%).

Quanto à estabilidade das tensões (regulação), o padrão ATX determina os seguintes valores:

Linha (V) / Tolerância (%) / Vmin (V) / Vmax (V)

+3.3V / ± 5% / +3.135 V /+3.465 V

+5V/ ± 5% / +4.750 V /+5.250 V

+5VSB / ± 5% / +4.750 V /+5.250 V

+12V / ± 5% / +11.400 V / +12.600 V


Porém, dentro de nossos conceitos não será possível classificar uma fonte como boa, se por exemplo ela tiver a tensão trabalhando, por exemplo, com 11,45V.

Apesar de estar acima do limite, a tensão de 11,45V é demasiadamente baixa para nossos conceitos.

Por esta razão, utilizamos, assim como grande parte dos profissionais habilitados que trabalham nesta área, uma tabela própria onde, com todo o respeito a qualquer divergência, determinamos o nosso padrão.

Linha (V) / Vmin (V) / Vmax (V)

+3.3V / +3.18 V /+3.42 V

+5V/ +4.8 V /+5.2 V

+5VSB / +4.8 V /+5.2 V

+12V / +11.7 V / +12.3 V


Devido ao dinamismo dos testes e suas leituras, os valores contam ainda com uma pequena tolerância em nossas análises (assim como fazemos, por exemplo, com a eficiência).

Nos testes, na linha principal (+12V) o pior valor registrado ficou em 11,94V, o que é excelente e nos direciona ao resultado do moderno sistema DC-DC.

O ripple, também pelo padrão ATX tem seus valores limite pré-determinados. Entretanto, para nós, uma fonte com o ripple de 115mV (100%, 115V) está trabalhando com essa “ondulação residual” muito alta para a nossa aprovação.

Os valores determinados pelo padrão ATX determinam os seguintes valores, até para a manutenção da segurança dos componentes do equipamento:

Linha (V) <> Ripple Max (mV)

+12V <> 120mV

+5V <> 50mV

+3,3V <> 50mV

+5VSB <> 50mV


Da mesma forma, assim como outros profissionais conceituados deste segmento, utilizamos nossos próprios conceitos, com todo o respeito às divergências, para a consideração do que acreditamos ser razoável.

Linha (V) <> Ripple Max (mV)

+12V <> 60mV

+5V <> 35mV

+3,3V <> 35mV

+5VSB <> 35mV




Em nossos testes, podemos dizer que o ripple deste modelo não está dentre os modelos preferidos, mas está abaixo das linhas que consideramos para corte, transmitindo valores raoáveis, apesar de manter-se com valores maiores do que 30mV (+12V), faixa preferencial de excelência para o TecLab.

Pelo fato de ter ficado abaixo da “linha de corte” (60mV) e bem mais abaixo dos limites determinados pelo padrão ATX (descritos acima), consideramos aceitável o ripple na linha de +12V.

Na linha de +5VSB (stand by), tivemos 30,4 mV, ficando abaixo do limite estipulado pelo padrão ATX (50mV), e também do valor considerado para “corte” no TecLab (35mV), portanto também nesta linha, apesar de não ser um valor excelente, a fonte teve um bom comportamento.

Na linha de +3,3V o ripple ficou em aproximados 28,5 mV e na linha de +5V em 30,7 mV, não sendo excelente, mas também não indicando nenhum problema dentro de valores razoáveis.

Só para esclarecer, o ripple é uma tensão “residual” indesejada proveniente da corrente alternada, que se “propaga” para a “energia contínua” que vamos fornecer ao nosso computador.

Valores de ripple altos fazem com que os capacitores trabalhem muito mais, esquentando mais e diminuindo consideravelmente a vida útil dos componentes, fora a “inabilidade” para usuários que, por exemplo, precisam de um perfeito equilíbrio de tensões e de sinais, o que é o caso dos que fazem overclocking.

Neste quesito, ripple a 100% de carga 115V a fonte da Corsair apresentou resultados aceitáveis.

A temperatura máxima ficou em torno de 119 graus Celsius na bobina do PFC e também pela sua proximidade ao termistor NTC presente.

Uma temperatura alta, mas levando-se em conta que a temperatura é a do local mais quente medido e as condições de carga (100%, 115V), durante 15 minutos, não é uma temperatura de risco ou condenável.

A fonte também teve um bom aceitável nesta avaliação.



Testes em sobrecarga (110% ~ 605W)

Mesmo em sobrecarga a fonte se manteve com ótima eficiência, 83,4%, ainda bastante acima dos 82% especificados, superando o valor “prometido” pela eficiência 80Plus em 1,4%, que é muito bom.

A estabilidade das tensões, considerando a pior situação (linha de +12V), ficou em 11,94 V (pelo padrão ATX, acima de 11,4V), demonstrando um comportamento exemplar nessa condição.

O fator de potência manteve-se em 99,9% e como era de se esperar, o que era esperado.

Para o ripple, precisamos fazer um capítulo todo, especial, para descrever um comportamento atípico desta unidade.

É importante dizer que após os testes do vídeo, fizemos diversas experiências para determinar a procedência do ocorrido, o que será relatado a seguir:



Na primeira tentativa de sobrecarga, com 605W aplicados (10%), a fonte teve uma elevação de ripple inicial para valores altos, superando 190mV.

Não que 190mV seja tão assustador, mas sim porque com apenas 10% de reserva de potência ela teve uma variação tão grande.

Também notamos que este valor foi subindo com a temperatura e visivelmente podemos ver no gráfico do osciloscópio, o ruído (noise), descrito na imagem do vídeo, estendendo o tamanho de sua faixa.

Na verdade, apesar de a gente descrever tudo como “RIPPLE”, até pelos limites de leitura do padrão ATX (limite 120mV), temos o “RIPPLE” da fonte, proveniente da corrente alternada e que se propaga na corrente contínua e o “NOISE” que não vem da rede elétrica (que é isolada), mas da própria fonte.

Então os valores listados na primeira tentativa em sobrecarga de 10% foram acima de 190 mV e também valores acima do padrão ATX para as linhas menores (+5VSB em 73,2mV; +3,3V em 64,2 mV; +5V em 78,5 mV).

Até este ponto, estava tudo correndo bem, pois não tínhamos os dados relativos à fonte se desligar ao invés de se descontrolar.

Mas curiosamente e apesar de a gente haver esfriado a fonte enquanto explicava em Live, a fonte teve um melhor comportamento de ripple em 650W do que em 605W.

Também testamos em 680W, o que representa aproximados 24% de sobrecarga e a fonte não se descontrolou, mas apenas manteve um valor de ripple similar ao apresentado em apenas 605W.

Os valores de ripple, por exemplo, em 650W, começavam com valores até razoáveis, aumentavam rapidamente com a temperatura e atingiam um limite próximo de 190mV, tendo as tensões de ripple acompanhando a subida em condições bem piores (650W/680W; limites de: +5VSB em 118mV; +3,3V em 108mV; +5V em 119mV; +12V em 196mV).

Estamos falando sempre de RIPPLE, mas os valores descritos representam RIPPLE + NOISE.

A temperatura da fonte em 110% de carga, para nossa avaliação, que estava em sua pior situação em 134 °C, da mesma forma não deveria representar uma subida tão substancial nos valores de RIPPLE + NOISE, com a particularidade da fonte “desarmar” com a aplicação de 692W de carga, sem exceder esses valores.

Tudo isso levou o TecLab a realizar mais testes e estudos sobre a fonte chegando às seguintes deduções.

Tratando-se apenas e somente deste exemplar, pois não temos outro em mãos, fica ao nosso entender que na faixa de 10% de sobrecarga desta unidade, provavelmente ela entra em ressonância e isto potencializa gradativamente o RIPPLE + NOISE (pois a temperatura que ela chega é alta, mas não acreditamos que seja tão alta para elevar desta forma esses valores).

Também notamos que ao trabalhar com as mesmas cargas com a fonte fria, a onda de RIPPLE aparece nítida e conforme a fonte vai esquentando começa a surgir o ruído elétrico da própria fonte (NOISE), o qual vai aumentando gradativamente.

Também notamos que, por exemplo, se aumentarmos a tensão de entrada (exemplo 150V) ele some completamente, o que nos reforça o conceito, quase que com certeza, de ser a ação do fenômeno de ressonância.

As condições máximas de temperatura que chegamos a medir com a FLIR E8 foi de 134°C, o que é bastante alto, mas não tão alto para as condições em que estava sendo utilizada (além da sobrecarga de 10%, 115V), até o seu desligamento.



Em se tratando de sobrecarga, os valores obtidos servem apenas como referência, considerando da engenharia a necessidade de evidenciar um fator de segurança justo nos dimensionamentos.



Na análise interna a fonte tem topologia Half-Bridge e LLC Resonant (L = indutor; C= capacitor > determinada então por um circuito ressonante de dois indutores e um capacitor) no setor primário e retificação síncrona e conversores DC-DC no secundário.

Com estágio de filtragem EMI completo, fusível e varistor para proteção, ponte retificadora com dissipador, bobina do PFC blindada, sensor de temperatura fixado ao dissipador para ajuste de rotação do ventilador, e um circuito integrado para supervisão ST9S429-PG14 (OCP, OVP, UVP)

O capacitor do setor primário de alta qualidade, Nippon Chemi-Con 450V, 270uF, 105°C.

Para o setor secundário, os capacitores são bons, mas não tanto, mantendo todos de 105°C e distribuindo com capacitores ELITE nas linhas de +3,3V e +5V e TEAPO na linha da +12V, mantendo uma boa qualidade neste quesito.

Um bom ventilador Yate Loon (D12SM-12) de 12cm, 1700 RPM, 34 dB, 72 CFM rifle bearing, o que é positivo visto que tem melhores condições de posicionamento / durabilidade que os “usuais” sleeve bearing (inadequados para trabalhar na posição horizontal).

Vale a observação que o fabricante disponibiliza 5 anos de garantia, o que é um tempo bastante longo e por isso o ventilador de maior durabilidade faz todo o sentido.

A solda demonstrou boa qualidade, apesar de não estar perfeitamente limpa (resíduos de fluxo), não teve nada que fizesse o TecLab condenar sua qualidade (curtos, mau contato, etc).

Consideramos que o modelo Corsair CX550 deste part number um bom projeto, moderno, bem construído, com elementos de boa qualidade e longo prazo de garantia.

Os resultados demonstrados até os 100% de carga prometido foram:

- Eficiência alta e consideravelmente superior à prometida

- Regulação de tensão das linhas com excelentes valores

- Fator de potência bastante alto (da ordem de 99,9% em 115V)

- Ripple aceitável, não exemplar, mas ainda assim com os valores abaixo de nossa linha de corte.

- Temperatura alta, mas aceitável, visto que se trata da bobina do PFC



Os resultados demonstrados em sobrecarga (110%) foram:

- Eficiência continuou acima do prometido, sendo ótima neste quesito

- Regulação de tensão das linhas continuou com excelentes valores

- Fator de potência bastante se manteve alto (da ordem de 99,9% em 115V)

- Ripple teve um comportamento anormal, levando ao entendimento de haver influência da ressonância, da temperatura ou possivelmente um caso isolado desta unidade

- Temperatura subiu ainda mais, mas não chegou a limites absurdos







Proteção além dos 10% de carga (verificação do desligamento por sobrecarga e condições de utilização).




Nos testes acima de 10% de sobrecarga, a fonte teve um comportamento muito particular, o que nos levou a realizar novos testes e análises (conforme explicado acima).

Apesar de ter chegado em valores de ripple + noise acima das especificações ATX, no caso da linha principal, ela se desligou com 692W e não chegou a valores absurdos como a gente já noticiou diversas vezes.

Nas linhas menores, da mesma forma o ripple + noise excedeu os limites ATX, mas fica a nossa mesma dúvida em relação à linha de +12V, ou seja, a razão pela qual a temperatura + tensão de entrada + eventual ressonância tenham levado a fonte a este comportamento.

De qualquer forma não podemos aprovar o comportamento no quesito “tensões de ripple”, sendo esta a única qualidade na qual a fonte demonstrou deficiência, mas deixar registrado que esta unidade teve este comportamento excêntrico nas condições acima de suas especificações.











Os testes realizados nessas condições são únicos e servem para nortear os consumidores quanto à importância de um bom dimensionamento e em especial, à prática de overclocking.

Demonstramos que mesmo em utilização normal (refrigeração a ar), um computador em carga pode dobrar sua requisição de potência (ou até mais), com um simples implemento de tensão/frequência no processador e na placa de vídeo, superando os valores seguros para utilização de alguns modelos de fontes.

Desse modo fica evidente a importância em considerar os valores "além" da potência nominal e sobrecarga (10%), se o usuário pensar em realizar esta prática ou também se houver realizado um dimensionamento “inadequado”, um upgrade (aumento de requisição por mais elementos ou mais "poderosos"), o “subdimensionamento” para economizar em uma fonte ou até mesmo para aproveitar uma unidade de menor potência que o necessário.

Sendo assim, nossa recomendação é expressa para que todos os modelos tenham um sistema de "supervisão" que faça com que a fonte desligue antes de trabalhar em condições inapropriadas e perigosas.

Sendo assim, em nossa opinião, a recomendação para o fabricante é implantar um sistema de supervisão que faça com que a fonte desligue antes de chegar às condições demonstradas

Por esta razão, nossas conclusões devem ser realizadas levando-se em conta o perfil de cada usuário.

Os valores e dados técnicos principais foram transmitidos para que cada um dos leitores possa fazer juízo de nossas informações e pesar a escolha à sua conveniência.



Conclusão:



O modelo CX550 da Corsair fabricado pela CWT é uma boa fonte, com um projeto moderno e construída com elementos de boa qualidade, o que condiz com os 5 anos de garantia que o fabricante disponibiliza.

Nas condições de carga normal, até 100%, ou seja, até o que o fabricante promete, ela teve uma ótima eficiência, ficando muito pouco abaixo de uma classificação superior SILVER, excelente estabilidade nas tensões (auxiliada pelo sistema DC-DC de seu projeto) e todas as qualidades dentro do padrão do TecLab.

Em sobrecarga, nossa avaliação é que o ripple ficou acima das especificações, o que não é bom e não podemos aprovar, mas deixamos claro que o comportamento dela não foi usual, levando a crer a influência do fenômeno da ressonância e do calor, os quais claramente fazem com que a componente “noise”, ou seja, o ruído elétrico da própria fonte estivesse interagindo para o aumento desses valores.

O que nos levou a estudar de um modo diferente essa unidade, foi o fato dela ter melhor comportamento com 650W em relação à primeira sobrecarga em 605W (110% de carga) e o significante aumento nos valores de ripple + noise com o aumento de temperatura.

Infelizmente e por se tratar de um fenômeno e por não ter outra unidade, não temos como determinar com 100% de certeza a procedência deste fato, mas ter o ruído praticamente que “anulado” com maior tensão de entrada e também em menor temperatura, nos leva a crer que estamos corretos.



Recomendamos para ter uma base do consumo:

https://outervision.com/power-supply-calculator

Não é perfeito, mas fornece uma base para o seu conhecimento.

Recomendamos:

15% a mais do que a potência calculada no site para o usuário comum

50% a mais para quem pretende fazer overclocking moderado

Para overclocking extremo, pode passar de 100% ou mais unidades de fontes.

Não se esqueça que eficiência não é qualidade e que existe uma quantidade enorme de fontes que prometem o que não cumprem.

Obrigado por acompanhar nosso trabalho!





TecLab
Parabéns pelo trabalho de vocês. Tenho esse exato modelo e fico muito feliz de saber como ele se comporta, mesmo não sendo uma Superflower Leadex. Forte abraço.
 

Splinter™

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Já tive a versão "M" modular, suportou diversas configurações desde FX8320 com GTX960 até a R5 2500x com 1070ti
 
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Open Game & Dev

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boa, estava faltando um review decente dessa danada, foi dentro do esperado, cumpre o que promete mas nao com excelencia. Pelo preço e os 5 anos de garantia, tá valendo.
 

Robson Nunes Moraes

New Member
Registrado
Eu tenho ela no PC que montei recentemente, dei uma leve pesquisada antes de comprar mas não cheguei ver muitos detalhes, comprei por conta da garantia CORSAIR que todos elogiam bastante e também pelo projeto DC-DC que ela oferece. :)
Logicamente, não consigo analisar a fundo como a galera do TecLab, mas durante quase 2 meses de uso eu percebo que a fonte funciona numa boa, bem silenciosa e não esquenta muito com a configuração que eu tenho na assinatura, levando em consideração o preço que paguei e o que a fonte oferece, acredito que foi a melhor aquisição que eu conseguiria hehe
 

Splinter™

Usuário Master
Registrado
Eu tenho ela no PC que montei recentemente, dei uma leve pesquisada antes de comprar mas não cheguei ver muitos detalhes, comprei por conta da garantia CORSAIR que todos elogiam bastante e também pelo projeto DC-DC que ela oferece. :)
Logicamente, não consigo analisar a fundo como a galera do TecLab, mas durante quase 2 meses de uso eu percebo que a fonte funciona numa boa, bem silenciosa e não esquenta muito com a configuração que eu tenho na assinatura, levando em consideração o preço que paguei e o que a fonte oferece, acredito que foi a melhor aquisição que eu conseguiria hehe
Pode ficar tranquilo que é uma ótima fonte e para seu sistema está mais que o suficiente. Aqui usei ela com uma configuração similar a sua e com uma 5700XT
 

Fernando Andrade

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Registrado
Ótimo teste!! Espero que postem mais como esse aqui no fórum. Conteúdo de altíssima qualidade!
 

CRT15KHz

New Member
Registrado
Pena que o canal do Teclab parece que não vai mais continuar por causa de alguns youtubers treteiros que tem por aí:



Impressionante como o tal do brasileiro é osso...só para ter likes e visualizações ficam acusando e denegrindo ótimos profissionais como o Ronaldo e a equipe do Teclab de forjarem resultados entre outras palhaçadas....aí esses canais de merda que não agregam nada(inclusive num deles o dono é um arrogante que se acha o bonzão e mete o pau em outros profissionais, clientes, canais, etc) incitam os inscritos deles a virem escrever merda no canal dos outros.

É uma grande perda para todos nós que curtimos hardware essa notícia da despedida do Teclab...o conteúdo deles é um dos melhores do Brasil.
 
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MaxxJS

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É verdade... Fiquei sabendo disso anteontem também quando fui visitar o canal par ver novos vídeos... Uma pena mesmo.
Não parem, Ronaldo! É difícil achar quem faz testes como vocês e que falam a verdade crua, ao invés de ficar de rabo preso com marca ou influência de grandes empresas... Não parem!
 

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