Dia dos Namorados: dicas de games para jogar com seu amor e games para passar bem longe

O Dia dos Namorados (12 de junho) é uma data perfeita para passar colado com o seu amor, bolar atividades a dois bem românticas e potencializar tudo o que um sente pelo outro, seja com mensagens felizes ou gestos de carinho. Mas que tal juntarmos a nossa paixão real com a nossa paixão virtual, os games, o nosso hobby preferido? <3


Resolvemos, então, criar uma lista com games para curtir esse dia tão especial junto com o seu amor, ao mesmo tempo em que indicamos outros jogos para passar bem longe e nem cogitar de jogar junto com ele, já que podem acabar arruinando esse momento tão bonito.


PRA JOGAR JUNTO

Andrei Longen: qualquer jogo da série LEGO

Diversão instantânea por horas seguidas, gráficos convidativos ao cooperativo, mecânica simples e intuitiva, muitos personagens para escolher, vários segredos para coletar e muito humor recriando os momentos mais impactantes das franquias blockbusters do cinema. Claro que a descontraída série "LEGO" estaria entre as minhas sugestões para passar o Dia dos Namorados com seu amor.

Tem de tudo e para todos os gostos. Basta escolher seu herói ou trilogia (sextologia) favorita dos cinemas e procurar seu correspondente nos games de "LEGO". Saca só a quantidade de opções: "LEGO Piratas do Caribe", "LEGO Star Wars", "LEGO Harry Potter", "LEGO O Senhor dos Anéis", "LEGO Marvel Super Heroes", "LEGO Batman", "LEGO Indiana Jones", "LEGO: O Hobbit" e "LEGO Jurassic World", sendo este último com previsão de lançamento para o próprio dia 12 de junho. ;)

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Mateus Mognon: "LittleBigPlanet 3"

Na minha humilde opinião, são poucos os jogos que superam "LittleBigPlanet" nos quesitos fofura, diversão e amor. E o terceiro título da série, exclusivo para PS3 e PS4, traz um modo co-op que pode gerar horas de diversão e risadas ao lado do seu par. 


No game de plataforma, você incorpora o protagonista Sackboy ou um de seus amigos: OddSock, Toggle e Swoop. "LittleBigPlanet 3" exigirá muita sintonia entre o casal para passar dos níveis mais difíceis. Também dá para chamar outros amigos e aproveitar todo o potencial do co-op, que suporta até quatro jogadores. Além disso, o título conta com vários extras e skins bem divertidos que vão alegrar a jogatina. :)


Gabriel Daros: Guitar Hero (a partir do III)/Rockband

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Ainda acho que a Activision inseriu o modo co-op para que as(os) namoradinhas(os) dos(as) gamers parassem de tentar arrancá-los da frente do console – uma tarefa nada fácil pra quem colocou joysticks exclusivos para ampliar a jogatina. Enfim, sem começar pelo meio, as séries de jogos com música (Guitar Hero e RockBand) com possibilidade de co-op são excelentes para dividir um momento à dois. Sério, os caras são como os Dance Dance Revolution do século XXI.Ambos trabalharem para executar uma música o mais perfeito (ou próximo disso) ensina muito sobre cooperatividade, tolerância... pra não falar que é divertido pra cacete quando ambos gostam da música :)

João GAN: "Grim Fandango"


Charmoso e divertido. 

Direto da época de ouro da LucasArts, quando a desenvolvedora era sinônimo de adventures de qualidade, talvez o melhor deles seja uma ótima opção para jogar com a amada (ou amado, ou rolo, ou peguete, enfim). Grim Fandango conta com uma ótima história, um humor cáustico sempre bem aplicado e uma dublagem extremamente divertida. E como todo bom adventure, a diversão em Grim Fandango não está na jogabilidade em si, mas em resolver os quebra-cabeças e acompanhar a história, algo que pode muito bem ser feito a dois, não importando quem está no controle.

Aliás, escolhi Grim Fandango pra escolher um jogo apenas, mas qualquer adventure de qualidade pode entrar aqui. Se seu amor curte um medinho e interações que impactam na história, Walking Dead pode ser uma boa pedida. A dificuldade aqui é que em muitos momentos não vai poder acontecer uma troca de ideias antes de se tomar uma decisão...


Thiago Santana: Animal Crossing New Leaf"

Vários momentos divertidos já foram compartilhados atravessando as fases de "Super Mario 3D World", muitas emoções foram experimentadas em conjunto em jogos como "Brothers - A Tale of Two Sons". Mas nenhuma experiência gamer foi tão interessante entre eu e a minha digníssima do que a de "Animal Crossing New Leaf".  


"Animal Crossing" é um jogo sem estresse, existem tarefas que dão recompensas, mas (quase) não existem punições. Gerenciar a cidade, adquirir itens para decorar a sua casa e manter um bom relacionamento com os vizinhos são os objetivos mais óbvios do jogo. Mas o ponto alto do jogo não é juntar dinheiro para construir algo novo ou comprar itens mais interessantes, são as experiências que são compartilhadas. Tanto as ferramentas de criação  quanto a interação com uma inteligência artificial não tão apurada, mas divertida, geram excelentes histórias.  São raros o jogos que permitem ser tão criativo de uma maneira cooperativa, numa estrutura tão definida e ainda ser um jogo. Pense em Second Life, mas divertido.


Diego Kerber: Brothers: A Tale of Two Sons

Se é pra jogar com a pessoa amada, o principal objetivo é manter um clima legal e relaxado. "Brothers" é um jogo fantástico em muitos aspectos: o visual é interessante e bonito, a aventura se desenrola de forma intuitiva sem necessidade de diálogos e há um clima otimista ao longo da maior parte da narrativa. Eu disse da maior parte. Os puzzles são resolvidos sem estresse, e os controles são curiosos o bastante para manter o interesse e ainda rolar uma disputa de quem é melhor no multitarefa - muita gente diz que a vantagem é delas.

Se a proposta de uma história bastante emotiva agradar seu achegado (a), já deixo a próxima dica: depois de terminar o curtinho "Brothers", emenda um "Valiant Hearts".


PRA NÃO JOGAR JUNTO


Andrei Longen: qualquer jogo de luta ("Street Fighter", "Mortal Kombat", "Tekken" e etc.)

Jogos de luta já costumam causar discórdia entre jogadores que dominam as técnicas do gameplay. Imagina, então, se você conhece demais uma série e resolve jogar contra o seu amor: você certamente vai ganhar fácil e não dará nenhuma chance a ela (ele), terminando rapidamente as partidas e frustrando a sua companheira (o). Em troca, você receberá olhares fulminantes, provavelmente ouvirá algumas palavras feias e, a chance do que era para ser algo divertido a dois, acabar em briga é consideravelmente alta.

Claro que você também não está ileso do processo reverso, né? Também tem aqueles casos em que seu amor pode manjar muito mais de games de luta e "chutar o seu traseiro virtual" sem piedade. Ou, ainda, mesmo que sua (seu) parceira (o) não emtemda nada do que esteja acontecendo na tela acabe apertando desesperadamente todos os botões do controle, resultando numa sequência de golpes, combos e especiais fulminantes. O resultado? A sua derrota inexplicável e prematura, gerando não apenas uma sensação de impotência, mas também de frustração pois, aparentemente, você sabia todos os truques daquele adoro jogo desde a infância... Tenso.


Mateus Mognon: série Dead or Alive

A série ''Dead or Alive'' é a preferida de muitos marmanjos, mas para jogar com seu amor não é uma boa pedida. Primeiro porque é uma franquia de luta. A competitividade e a técnica podem ser motivos para irritar seu par e começar uma briga de verdade.  Imagina se você manja de todas as técnicas e ganha todas as lutas da sua namorada no 'DoA'. Ela não vai ficar contente.

Além disso, o game tem um fator crítico que irrita algumas pessoas: o fanservice excessivo. Basta pesquisar "Dead or Alive" no Google Imagens para saber do que eu estou falando. Diferente dos outros jogos de luta, onde vencer a(o) namorada(o) é o único problema, em 'DoA' você vence com lutadoras com pouca roupa e bastante peito (bastante mesmo). As chances de isso dar errado são bem grandes. Concluindo, evite jogos de luta e passe longe de ''Dead or Alive''.


Gabriel Daros: franquia Guilty Gear

Essa deve ser uma das poucas franquias de luta que não entram na lista pelo fanservice excessivo (embora também tenham lá seus momentos), mas sim pelo fator complexidade. A engine de "Guilty Gear" favorece um pouco mais a estratégia ao invés da agressividade. O timing dos combos é muito curto em comparação aos outros jogos de luta, e as animações dos golpes, bem lentas. Resultado: Quem aperta todos os botões sem saber o que fazer acaba tendo reações bem curtas e vai achar frustrante. E o imput dos combos é bem específico de lutador para lutador, ou seja, é preciso de um bom tempo para dominar os comandos. Em situações nas quais você só quer brincar e se divertir com quem você gosta, por quê pegar um jogo de luta tão complexo?


João GAN: GTA V


"Mimimi, como eu sou machão". 

Antes de mais nada, "GTA" é uma experiência solo. A maior graça do jogo está em jogar e não em assistir. Então, a tendência aqui é gerar discussões homéricas sobre de quem é a vez, algo que não contribui muito para um relacionamento saudável.

Sem falar, é claro, que a aclamada franquia da Rockstar tem mais do que um ou outro elemento misógino incorporado ao gameplay. Se você for homem, sua namorada pode não achar o momento mais divertido da vida dela assistir seu personagem visitando clubes de strip e contratando prostitutas na rua enquanto ela aguarda a própria vez. Ainda mais porque, quando finalmente chegar a vez dela, não vai poder rolar uma vingancinha, afinal não tem um "Clube das Mulheres" em "GTA". Nunca teve e possivelmente nunca vai ter. Deixa pra jogar sozinho, ou com seus amigos, é melhor... 


Thiago Santana: Summer Lesson

 Ok, tá certo. "Summer Lesson" nem existe pra "jogar" ainda e você não possui nenhum dispositivo de realidade virtual na sua casa. Mas isso é um alerta pro futuro: Não.

Jogar "New Super Mario Bros. U" com alguém pode ser cansativo por que ninguém consegue fazer o que quer e o modo Co-Op de "Spelunky" pode ser frustrante devido à dificuldade excessiva, mas pelo menos esses jogos estão provendo uma experiência social. Se você tem um relacionamento à distância, quem sabe você consegue jogar "Call of Duty" online com o seu parceiro e. mesmo com o pessoal se xingando no fundo, pode ser um programa legal (duvido, mas pode). Agora colocar o seu capacete e deitar no colo de uma colegial japonesa poligonal não.

Isso não é um ataque a toda a realidade virtual, na verdade eu até espero que jogos pra esse dispositivo permitam uma interação mais imersiva com pessoas distantes. Mas não substitua pessoas por fantasias. 


Diego Kerber: Portal 2

"Portal 2" é meu jogo favorito de todos os tempos, e tem um lugar reservado para ele no meu coração. O multijogador é excelente, e focado para duas pessoas, mas para um casal ele é extremamente perigoso. Você precisa escolher com carinho o seu "parceiro na ciência", porque uma disparidade entre vocês dois terá efeitos catastróficos.

Para a experiência ser divertida, os dois jogadores precisam de um nível semelhante de habilidade na hora de resolver puzzles. Caso contrário, o gameplay será basicamente uma pessoa resolvendo o quebra-cabeça e a outra recebendo instruções constantemente. Isso tem tudo para dar errado: um pode se frustrar por não conseguir entender o que acontece, enquanto o outro pode perder a paciência de ter que ficar explicando tudo. Com aquele papo que em geral os homens levam vantagem quando o assunto é inteligência espacial, em um casal heterossexual esse hipotético gameplay tem mais potencial de terminar em frustração. Na dúvida, larga um Cubo de Rubik com ele/ela e dá uma avaliada na performance, antes de se arriscar.


Agora é com vocês, galera! Quais games vocês recomendam para jogar junto com a (o) namorada (o) e quais não acham que sejam uma boa ideia? Usem os comentários abaixo pra fazer a listinha de vocês :) 

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  • Redator: Redação

    Redação

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