Créditos: Montagem: Adrenaline

TODAS GERAÇÕES GEFORCES que temos aqui no Adrenaline!

Colocamos alguns anciões para trabalhar de novo

Amanhã será apresentada a nova geração de placas da Nvidia, e como um "esquenta" para a introdução de uma nova geração de GPUs GeForce, abrimos nossos calabouços, encaramos muita oxidação, drivers velhos e especialmente rinite, e colocamos em ação todas as gerações de produtos do lado verde da força em ação!

A Nvidia já apresentou diversas variações em seu line-up de placas de vídeo para consumidores domésticos e gamers, com gerações com placas dual-chip (com final 90), ou modelos Ti lançados posteriormente, por exemplo. Para tentar uma progressão mais estável na comparação entre gerações optamos por uma das linhas mais "estáveis": a linha 80. Presente em todas as gerações, essa linha normalmente é o produto high-end introduzido inicialmente, muita das vezes ultrapassado por um novo chip nessa arquitetura posteriormente. 

Aqui é importante destacar a "instabilidade" da linha GeForce, logo não podemos necessariamente considerar um produto como o chip que representa definitivamente a mesma situação de seu antecessor, com a GTX 680 sendo o mais potente chip da série 600, enquanto a 780 seria ultrapassada por 780 Ti na geração 700, por exemplo.

Começando pela placa mais antiga que temos por aqui, temos as representantes da série 9000. São as placas mais antigas que temos por aqui, com direito a GeForce 9800 GTX que faz parte do comparativo, a GeForce 9800 GX2, uma versão dual-chip dessa GPU, e até uma placa que nós achamos no lixo. Pois é, aquele vídeo com uma placa que o Cassiano achou uma GeForce sendo descartada, se tratava de uma GeForce 9400 GT.

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As placas mais antigas se mostraram um problema na hora de colocá-las em um gráfico com as gerações mais novas. Só a partir da série 400 temos o suporte ao DirectX 11 e 12, presentes em toda nossa bateria tradicional de testes, atualmente. Isso quer dizer que para conseguir colocar "essa galera" toda em um gráfico, foi preciso voltar um pouco mais na tecnologia usada. E só um mito para dar conta disso:

Talvez a parte mais irônica de puxar um teste tão antigo como Crysis foi ver que.. bem, placas antigas não dão conta dele, afinal o jogo de 2007 rodava com dificuldades nos hardwares de 2008. Ou como aconteceu com a 9800 GTX, em alta qualidade nem foi possível rodar.

Deixando de lado a 9800 GTX e a GTX 280 e usando de referência apenas as placas baseadas em Fermi (GTX 400) para frente, nosso leque de possibilidades cresce e muito. Passa a ser possível testar tanto DirectX 11 quanto 12, o que resulta nos gráficos bem interessantes abaixo:

Dá para perceber os saltos de desempenho com a evolução de geração após geração, com destaque para saltos na quantidade de transistores disponíveis no chip, algo que vem na contra-mão do tamanho deles. Com cada vez menos nanômetros no tamanho deles, não é uma surpresa ver os saltos impressionantes nas quantidades disponíveis, aliando essa miniaturização com melhorias na arquitetura para usar melhor os espaços.

Com essa recapitulação, já estamos devidamente preparados para um novo passo nessa progressão. Amanhã às 12h30 começa nossa transmissão, de olho no que a Nvidia irá apresentar em seu evento #finalcountdown. Quem quiser acompanhar com a gente, vamos nos sentir honrados em contar com sua presença! Venha interagir com a gente pelo chat, no vídeo abaixo!

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego atua no Adrenaline desde 2010 desenvolvendo artigos e vídeo para o site e canal do YouTube

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