Análise Teclados Mecânicos Low-Profile: Dare-U; Havit HV-KB390L e KB395L; Sharkoon PureWriter

Primeiro de tudo, tenho que esclarecer que não usamos todos os teclados presentes nesta análise para criar ela. Os teclados que possuímos em mãos são estes:

  • Dare-U EK820-68 Bluetooth
  • Havit HV-KB390L
  • Havit HV-KB395L

Na verdade, os teclados da Havit e da Sharkoon nada mais são do que remarcações com algumas modificações dos teclados da Dare-U, por isso a análise de um teclado é válida para outros também.

Logo, com apenas estes 3 teclados, podemos fazer uma análise válida para todos estes:

  • Dare-U EK820-68 Bluetooth
  • Dare-U EK820-87
  • Dare-U EK820-87 Bluetooth
  • Havit HV-KB390L
  • Havit HV-KB395L
  • Sharkoon PureWriter
  • Sharkoon PureWriter TKL

Vamos explicar as diferenças entre cada um deles, lembrando que apenas os teclados da Havit e Sharkoon são vendidos no Brasil, enquanto os teclados da Dare-U só via importação.

Construção Externa

Com exceção de alguns detalhes, temos aqui todos os teclados, pelo menos externamente. A única coisa que irá mudar são alguns logotipos, fontes e extras, tal como o cabo adicional de 0,5m dos teclados da Sharkoon e as teclas multimídia do Sharkoon PureWriter:

Já foi feita a análise do Dare-U EK820-68 aqui no Adrenaline, então vamos nos focar nos outros dois modelos.

Os teclados Dare-U EK820-87 / Havit HV-KB390L / Sharkoon PureWriter TKL são idênticos por fora, salvo o fato da Sharkoon utilizar uma fonte diferente e ter LEDs azuis ao invés de ciano. Não há modelos compactos com RGB.



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Os ícones de alguns dos recursos e do controle de iluminação também são diferentes no Sharkoon PureWriter TKL, mas possuem a mesma funcionalidade.

Já o Havit HV-KB395L e o Sharkoon PureWriter compartilham uma construção externa similar, mas as teclas multimídia do Sharkoon PureWriter diferenciam ele do Havit, enquanto o KB395é o único que possui RGB:


A construção externa de todos estes teclados é simples mas bem feita, são teclados com "teclas flutuantes", sem a proteção plástica ao redor dos switches que teclados de membrana e muitos teclados mecânicos costumam possuir. Há uma placa de aço dando suporte para as teclas e agindo como capa frontal, enquanto a capa traseira é bem feita e todos possuem pés de ajuste emborrachados:


Algo importante para mencionar é que estes são teclados muito mais leves do que teclados mecânicos convencionais e nem por isso passam qualquer impressão de fragilidade, então para uso portátil os modelos compactos são alguns dos melhores que há no mercado.

Além de serem mais leves que teclados mecânicos convencionais, estes teclados também são muito mais finos:

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Agora vamos falar sobre as "keycaps", o plástico com algo escrito em cima que muitos chamam de "teclas" embora este seja um termo muito amplo.

As keycaps entre estes teclados são exatamente as mesmas, são keycaps em plástico ABS e com impressão Laser. Elas não são compatíveis com keycaps de teclados mecânicos "normais". Para keycaps deste tipo, parecem ter alta qualidade, mas são inferiores a opções Double-Shot que há no mercado para switches Cherry/Clones.

A boa notícia é que já começaram fazer keycaps Double-Shot PBT para estes teclados e algumas marcas como a Drevo e até a Motospeed já estão usando, inclusive com teclas chiclete:

Quanto às fontes das teclas, a Dare-U e Havit utilizam a mesma, uma fonte grande e extremamente legível, dando um ar menos "gamer" e mais "profissional" ao teclado.

Já a Sharkoon faz algo diferente, mas nem tanto. Uma fonte menor, mais agrupada, tentando não reduzir o tamanho de termos presentes no teclado. Nada errado nisso, mas a legibilidade das teclas dos teclados da Dare-U e Havit fica um pouco melhor na minha opinião.


Fonte: Sharkoon PureWriter TKL Review - www.professionalreview.com

Além de fazer a mudança na grafia das teclas, a Sharkoon inclui um cabo extra de 0,5 metros, o que não vejo muita vantagem pois o cabo original já é meio curto demais, o legal seria um cabo de 3 metros...

Falando em cabos, todos estes teclados acompanham um cabo de 1,5 metro, o qual além de ser um pouco curto para vários casos, possui um encaixe especial, dificultando muito a troca deste cabo caso necessário. Já tentei usar diversos cabos de outros teclados e cabos que possuo aqui, mas o único compatível acabou sendo este cabo da C3Tech.


Conector Micro-USB do Dare-U EK820-68 na esquerda e o conector do Drevo Calibur na direita

Enfim, com exceção da questão do cabo de apenas 1,5m e difícil de repor, todos estes teclados da análise são bem feitos por fora, possuem uma excelente legibilidade em suas teclas, dão choques nas partes metálicas nos cantos se você estiver descalço e não houver aterramento na sua casa, e possuem keycaps aceitáveis para o preço.

Uma boa construção externa, embora nada excepcional. E pelo preço destes teclados, nem precisa ser.

Construção Interna

Todos esses teclados têm a mesma fabricante, a Dare-U. Além de ser uma fábrica de teclados, ela também faz trabalhos OEM para outras marcas, remarcando seus produtos, assim como a Motospeed.

Não possuímos todos os teclados da análise, mas o que temos aqui é o suficiente para representar o nível de qualidade que deve ser esperado em produtos desta fabricante, por isto este segmento é válido para todos os teclados.

Dare-U EK820-68 possui uma bateria interna por ser possível usar ele via Bluetooth, mas ela conta com apenas 300 mAh, o que é um valor patético quando a maioria das baterias de bons teclados sem fio tende a girar na faixa dos 1.000 mAh. É muito curta e é isso que faz ele durar entre 20-30 horas, embora a fabricante prometa 40 horas.

O módulo Bluetooth também apresenta diversos problemas, teclas duplicando, teclas falhando, baixo alcance, problemas de conexão... Mas o restante do teclado é muito bem feito, soldas extremamente bem feitas, componentes muito bem organizados e sinais de que foi verificado manualmente por duas pessoas diferentes. Se ele não fosse Bluetooth, não teria problema algum.

Já o Havit KB390L possui componentes bem mais complexos para sua iluminação. No coração do teclado vemos uma controladora Holtek HT32F52341, uma MCU ARM 32 Bits que permite os efeitos de iluminação e macros deste teclado. É um teclado bem mais avançado do que achava que seria e não perde em hardware para teclados de marcas como a CorsairLogitech ou Razer, embora o software não faça proveito de tudo o que ele possui.


Assim como o Dare-U EK820-68, todas as soldas do Havit HV-KB390L estão bem feitas, a placa é organizada, há indícios de que duas pessoas verificaram ele manualmente por defeitos... Enfim, um trabalho muito bem feito.

Havit HV-KB395L curiosamente apresenta os buracos para inserir as teclas multimídia que o Sharkoon PureWriter possui. Aliás, possivelmente esta é a mesma placa entre os dois, apenas alguns componentes devem ser removidos para fazer o PureWriter, já que diferente do KB395L, ele não é RGB:


Temos no KB395L uma controladora Holtek HT32F52352 e quatro chips MB15020GP para controlar os LEDs do teclado, uma construção muito similar à que o Razer Blackwidow Chroma possui. Um hardware extremamente avançado, o qual sinceramente não é bem aproveitado pelo seu software.

As soldas do teclado são muito bem feitas, a placa é bastante organizada, e há indicações de que duas pessoas diferentes verificaram o teclado para achar qualquer defeito. Parabéns Dare-U, vocês fazem um trabalho muito bem feito.

Enfim, com a exceção do fiasco que é ver uma bateria de apenas 300 mAh dentro dos teclados Bluetooth, a construção dos teclados da Dare-U (e consequentemente Havit e Sharkoon) é bem feita, soldas bem feitas, múltiplas demarcações de checagem manual por defeitos, tudo realmente muito caprichado, gabaritando este segmento.

Switches

Este segmento da análise é copiado da análise do Dare-U EK820-68. Se você já leu a análise dele, pule em frente. Senão, vamos agora explicar sobre os switches destes teclados.

Nós do Adrenaline já fizemos "análise" de um teclado mecânico low-profile antes do EK820-68, que foi o teclado dos notebooks da Avell, mas estes são inferiores a switches mecânicos convencionais.

Os switches mecânicos de notebooks da Avell e Razer, utilizam uma mistura entre switches de mouses e o sistema de suspensão "scissor", que é muito utilizado em teclados de Notebooks.


Nada contra os switches mecânicos usados nestes teclados, mas o real problema está no sistema de suspensão, o sistema no qual as keycaps estão encaixadas, o "scissor", essa peça de plástico branca que teclados convencionais de notebooks também usam:

Essa mistura de switches de mouses com scissor, é uma forma fácil e barata, porém inadequada de inserir um teclado mecânico em um notebook, pois não elimina o maior problema destes teclados, que é a durabilidade do scissor.

Qualquer um que teve contato com notebooks por um bom tempo, sabe que este sistema de suspensão é consideravelmente mais frágil do que teclados convencionais, fora que remover as teclas e inseri-las de volta sem danificar este plástico, é uma verdadeira tortura.

Já os switches Kailh Choc não utilizam o scissor, eles são switches low-profile que possuem como "inspiração" os switches Cherry ML, mas diferem demais em tantos aspectos que chamar estes de "cópias" ou "clones", seria ignorância.


Kailh Choc na esquerda, Cherry ML na direita
Créditos para kurplop do fórum Geekhack

A construção do Kailh Choc é transparente, o que permite iluminação, algo que não é possível com o Cherry ML, há opções Red (linear), Brown (tátil) e White/Blue (clicky), ao contrário do Cherry ML que possui apenas modelos clicky, fora que o próprio sistema utilizado para criar o clique ou feedback tátil, é completamente diferente.

Não seria exagero falar que o switch Kailh Choc é melhor projetado, mas considerando que o Cherry ML foi feito em 1996 e agradou a poucos devido a questões de preço e resposta inferior ao Cherry MX, isso não é uma grande surpresa.

O que temos em todos os três teclados são switches Kailh Choc Blue, e a resposta dos mesmos é excelente. A resistência das teclas se assemelha à Cherry MX Red, mas as teclas afundam apenas metade da altura. Além disso, o sistema de clique não impacta em nada o acionamento da tecla e o feedback tátil é tão macio que parece inexistente.

O sistema de clique é bastante diferente de switches Cherry/clones, produzindo um barulho menor e menos agudo, o que é extremamente agradável aos meus ouvidos. É possível ver todo o acionamento do switch sem abrir ele, desde os dois contatos na parte inferior, ao pequeno arame na parte superior que é responsável pelo clique:

A qualidade dos produtos da Kailh aumentou consideravelmente nos últimos anos, tanto os materiais quanto o controle de qualidade dos switches feitos em 2017 e 2018, são completamente diferentes de como eram em 2012 e 2013, até  já fiz uma coluna falando sobre isso, mas além da Kailh, também há outras empresas lançando switches mecânicos low-profile e provavelmente veremos estes em vários teclados lançados em 2018 e 2019.

A Trantek Electronics (TTC) foi a primeira a mostrar seus switches mecânicos low-profile no final de 2016, mas ainda não vi teclados disponibilizados comercialmente com estes switches, apenas um notebook topo de linha da Lenovo conta com eles. Atualmente ela está processando a Kailh por ter copiado o sistema de "clique" que seus switches utilizam.

Conhecendo o bom serviço que a Trantek faz em componentes de mouses, tenho boas expectativas quanto à qualidade, mas é triste saber que estes switches existem e não estão sendo utilizados no mercado.

Enquanto isso, a Gateron, que é uma das mais consagradas entre as empresas que fazem switches mecânicos de baixo custo, trabalhou com a Tesoro para lançar um dos primeiros teclados mecânicos com keycaps do tipo "chiclete":

A Greetech, com a qual a Razer atualmente tem parceria, também lançou um switch low-profile, embora não haja informações sobre seu funcionamento e sobre quais teclados terão ele:

A suspeita é que os primeiros modelos do Drevo Joyeuse utilizavam este switch, enquanto que os modelos recém lançados agora no início de 2018, utilizam Kailh.

Enfim, os switches Kailh Choc são switches excelentes, especialmente na variante Blue, que é o modelo dos teclados da análise, mas ela não é a única marca com este tipo de switch e só o tempo poderá dizer qual terá o maior sucesso, mas o que posso dizer com certeza, é que teclados mecânicos low-profile finalmente se tornarão populares nos próximos anos e é só questão de tempo até vermos um "Razer Blackwidow Slim Edition" e outros teclados do tipo.

Recursos e Extras

E agora entramos em algo extremamente curioso. Apenas os teclados da Dare-U (com exceção do EK820-68) e da Havit possuem software, enquanto os teclados da Sharkoon não possuem nada do tipo.

Então, o software justifica a diferença de R$ 320 do Sharkoon PureWriter TKL para os R$ 410 do Havit HV-KB390L? Não.

Na verdade, o Sharkoon PureWriter TKL, embora não diga que seja compatível com software, é reconhecido e funciona 100% com o software da Havit e o Dare-U EK820-87 também funciona no mesmo software.


O estranho é que a Dare-U possui o software em seu site, e por alguma razão a Sharkoon diz que seu teclado não possui nenhum, quando na verdade é compatível. Será que seria devido aos custos de licenciamento do software? Independente o que for, o fato é que o software do Havit HV-KB390L funciona no Sharkoon PureWriter TKL.

Mas e quanto ao Sharkoon PureWriter "completo" com numérico? Os softwares dos teclados da Havit não são compatíveis com ele, mas talvez o software do Dare-U EK820-104 funcione nele, embora não tenho certeza. Alguém pode me ajudar nos comentários?

Falando agora sobre o software, ele possui uma interface muito similar à de outros teclados de baixo custo chineses:

Em comparação ao teclado normal, o software adiciona alguns efeitos de iluminação novos, além de possibilitar a configuração de efeitos de forma fácil. Lembrando que para aplicar qualquer mudança no teclado, você deve aplicar primeiro clicando em "Save". O software não trabalha em tempo real.

Além disto, pode-se trocar a função de qualquer tecla do teclado para uma variedade de funções, seja para que respondam como outro tecla, aumentem ou diminuem o volume do PC, abram um programa, etc, etc... O básico de qualquer software para teclado.

Também, há um sistema pouco intuitivo de macros, o qual também permite adicionar botões do mouse ao clicar com o botão direito na área de gravação. Há como editar as macros e os atrasos após a gravação.

Enfim, é um software simples e que faz o seu serviço. Se estes fossem teclados muito mais caros, poderia reclamar sobre o fato de ser inferior em sua interface gráfica e recursos a teclados de marcas como a Corsair, Logitech, Razer e Steelseries, mas como se tratam de teclados mais baratos, não há problemas.

Só é uma pena, pois o hardware presente no interior destes teclados é equivalente a teclados destas marcas, só faltou um software que tirasse todo o proveito dele.

 

"Mas e o Havit HV-KB395L que é RGB, wetto?!"

Mesmo software, mesmos efeitos de iluminação, mesmos recursos, só que com RGB.

Bluetooth

A primeira coisa que deve ser dita é que todos os teclados Bluetooth da Dare-U também funcionam por fio. A segunda é que a iluminação deles só funciona por fio.

E a terceira é:

Não comprem os teclados da Dare-U apenas pelo Bluetooth

A Dare-U não soube implementar o Bluetooth corretamente nestes teclados. Problemas de alcance, interferências, teclas faltando ao digitar rápido, double-click quando usado sem fio, pouca duração de bateria...

Embora sejam excelentes teclados para uso portátil devido ao design e peso reduzido, o Bluetooth destes teclados infelizmente não presta. Talvez no futuro irão lançar teclados melhores neste aspecto, e talvez o recém lançado Dare-U EK820-104 já tenha estas correções, mas quem quiser um bom teclado 100% Bluetooth, compre algo de outra marca.

Não é à toa que a Havit e a Sharkoon não vendem os modelos Bluetooth...

Conclusão

Teclados mecânicos Low-Profile chegaram com força no mercado. Embora ainda não haja tanta atenção para estes, especialmente pelo fato de existirem poucos modelos RGB ou modelos com visual "gamer" espalhafatoso, fico feliz que os primeiros foram teclados com um foco maior no público entusiasta/profissional, embora já existam teclados mais "chamativos" com as mesmas tecnologias.

Todos estes teclados não são exatamente "Custo x Benefício" quando comparado com a imensidão de teclados com Outemu que temos no mercado, mas também são mais baratos ou pelo menos custam o mesmo que teclados similares com switches Cherry ou Romer-G. Para uma tecnologia nova como switches low-profile, sinceramente não acho ruim os preços, e todos são mais interessantes que teclados com switches genéricos.

É difícil dar uma conclusão "geral" para todos estes teclados, o que posso dizer é que são todos teclados excelentes, mas alguns possuem peculiaridades que podem interessar parte do público:

O Dare-U EK820-68 custa na faixa dos US$ 70, possui um excelente layout mesmo sendo um teclado compacto, é um dos teclados que mais uso da minha coleção, mas infelizmente o maior problema dele é que como teclado Bluetooth, é um verdadeiro fracasso, com curta duração de bateria, problemas de interferência, alcance, etc...

O Dare-U EK820-87 custa na faixa dos US$ 70 e nada mais é do que o mesmo teclado que o Havit HV-KB390L e quase idêntico ao Sharkoon PureWriter TKL salvo alguns detalhes modificados. Pelo preço dele e demora para importação, não compensa pegar ele no exterior. Já a versão Bluetooth embora interessante no papel, é um fiasco na prática pelos mesmo problemas que seu irmão menor.

O Havit HV-KB390L custa na faixa dos R$ 400, é um excelente teclado, mas na verdade é quase o mesmo teclado que o PureWriter, e é mais caro que ele no Brasil. Sinto muito Havit, mas para o consumidor o que interessa é o preço.

O Havit HV-KB395L é uma incógnita, o teclado ainda não foi lançado no Brasil e não sabemos o preço dele. É um excelente teclado, mas dependendo o valor cobrado, pode não valer à pena pagar a diferença pelo RGB.

O Sharkoon PureWriter, tanto em sua versão "completa" quanto o modelo "compacto" (TKL), normalmente acaba tendo o melhor preço entre estes, especialmente pelo fato de que a Kabum é responsável pela Sharkoon no Brasil e consegue importar um volume maior de teclados e com preços menores que a Havit.

E possivelmente ela não paga pelo licenciamento do software que a Havit deve pagar, embora o PureWriter TKL seja compatível com o software do Havit HV-KB390L, e talvez o PureWriter (com numérico) seja compatível com o software do Dare-U EK820-104, embora ainda não pude testar isso.

Ambos os modelos do PureWriter costumam girar na faixa dos R$ 300~380.

Enfim, todos estes teclados, com exceção dos modelos Bluetooth, os quais ironicamente só são bons quando usados com fio, são teclados de respeito e deve-se apenas escolher qual modelo você prefere de acordo com suas necessidades. Não há como dar notas para aspectos individuais pois este é um artigo, mas deixo os seguintes selos:

Nota:
Dare-U EK820-68 foi comprado pelo autor da análise.
Os teclados Havit HV-KB390L e Havit HV-KB395L foram enviados para análise pela Havit Brasil

  • Redator: Wellington Diesel

    Wellington Diesel

    Formado em Redes de Computadores, o "wetto" é um entusiasta do ramo de Periféricos. Autor do Guia do Teclado Mecânico, ele carrega consigo mais de 150 análises de mouses, teclados e headsets publicadas, além de diversos Guias e Artigos sobre teclados, mouses e headsets. Respeitado pela comunidade do Adrenaline, ele trabalha à distância como colaborador.